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 O que é Camarilla?

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Nathaniel
Neófito
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Frase : Porque degenerar saudáveis discursões em brigas, quando podemos vence-las
antes mesmo que venham a acontecer?
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MensagemAssunto: O que é Camarilla?   Ter Out 13, 2009 9:54 pm

O QUE É A CAMARILLA ?

As raízes da Camarilla (Pronúncia: CA-MA-RI-LHA) datam desde o Renascimento.
A Revolta Anarquista e a Inquisição foram períodos cruciais para os anciões,
eles estavam assustados, pois estavam sendo dizimados pelos dois lados da
moeda. Por um lado estavam sendo levados à fogueira, por outro sendo
diablerizados pelas suas crias iradas. Ouviu-se falar da destruição de Membros
poderosos como o Antediluviano Lasombra e o Antediluviano Tzimisce, ouviu-se
que os rebeldes haviam descoberto um meio de quebrar o laço de sangue e também
sobre um ataque coordenado pelos Assamitas.

Em 1435, Hardestadt

invocou uma convenção de
anciões para lidar com esses problemas, propondo a formação de uma aliança
entre os vampiros com o objetivo de lidar com os problemas que cruzassem as
fronteiras estabelecidas entre clãs. Na década seguinte, esse grupo definiu
sutilmente os ideais da seita em conselhos informais e encontros particulares.
Em 1450, os fundadores da Camarilla haviam assegurado o apoio de um número
suficiente de anciões europeus para começarem a afirmar sua autoridade.
Começaram a ditar regras para os vampiros, tentando assim, proteger a todos.

O nome Camarilla, conferido a essa organização, originou-se das salas
pequenas e secretas usadas para reuniões e esconderijo. Os grupos fizeram
contato entre si; a adversidade unindo-os pela primeira vez. A sua primeira
assembléia oficial aconteceu em 1486. Muitos preferiram não comparecer, mas
está reunião concedeu a si mesma o poder de falar por todos os Membros
existentes ou a serem ainda criados, e de impor leis para governar a todos. Os
fundadores da Camarilla foram seus próprios legisladores. A primeira lei, e a
mais sagrada é a Lei da Máscara, onde os vampiros logo teriam que aprender o
valor do sigilo e da dissimulação. E em 1493 o poder centralizado da Camarilla
parece ter sido a chave para a derrota dos anarquistas. Os líderes do movimento
se renderam à seita após a Convenção dos Espinhos, trazendo a maioria dos
anarquistas para a seita. Foi o nascimento daquilo que podemos chamar de uma
Sociedade Vampírica.

Para entender a Camarilla, é preciso entender primeiro, de forma profunda e
permanente, o que ele não é. A Camarilla definitivamente não é o grupo dos
vampiros “bonzinhos”. Não há nada de intrinsecamente bom, honesto ou gentil
sobra a Camarilla ou os vampiros que a compõem. A Camarilla não existe para
proteger os humanos da depredação vampírica, mas sim para fazer o oposto, ou
seja, garantir uma existência mais segura e proveitosa para seus membros. O
cuidado que a Camarilla toma para passar despercebida do público é exatamente o
mesmo que os lobos tomam para disfarçar sua presença entre um rebanho de
ovelhas. A Camarilla é, portanto, uma seita de vampiros, pelos vampiros e para
os vampiros. Ela existe para proteger seus membros da maré agitada da
humanidade, que por meio de seu grande contingente é capaz de varrer a maioria
dos Membros da face da terra.


AS TRADIÇÕES


Um vampiro que vive em uma cidade governada por um príncipe deve aceitar certas
responsabilidades em troca dos privilégios de segurança e estabilidade. Esta
última é mantida apenas quando o Membro se comporta de maneira apropriada,
maneira esta que é ditada por algumas regras universais. Essas regras são
conhecidaspelo gentil e sonoro nome de As Seis Tradições.


A TRADIÇÃO DA MÁSCARA

Esta se tornou a base da moderna Sociedade Cainita e a da
Máscara que esconde os vampiros dos olhos mortais. A revelação dos vampiros ao
mundo mortal seria desastrosa para ambos. Embora a maioria das pessoas não
acredite em vampiros, existem algumas para quem a revelação da existência
vampírica colocaria toda a Família em perigo. Nas noites ancestrais, durante a Idade
das Trevas e nas épocas mais supersticiosas, essa Tradição era menos rigorosamente
obrigatória, e os vampiros andavam pelas ruas com menos cuidado.


Por isso, muitos mortais os viam. A Inquisição e a Caça às
Bruxas mudaram esse comportamento drasticamente, pois os vampiros que eram
descobertos acabavam sendo mortos ou torturados até que revelassem seus
segredos. Embora os jovens refiram-se àInquisição apenas como uma história
antiga, ela ainda está muito recente na memória dos anciões que sobreviveram a
ela. Esse é um dos maiores pontos de disputa entre a Camarilla e o Sabá. O Sabá
acredita que não há necessidade de se esconder do frágil rebanho, enquanto a
Camarilla acredita que a verdade é o exato oposto.


A violação da Máscara é o mais sério dos crimes que um
vampiro pode cometer, e um dos mais fáceis para um príncipe usar contra seus
inimigos. Dependendo do quão rigorosamente um príncipe segue esta lei, qualquer
coisa simples como, por exemplo, usar poderes vampíricos em público pode ser
considerada como uma brecha.

A TRADIÇÃO DO DOMÍNIO

Antigamente, os vampiros requisitavam domínios de uma área específica para usar como área de
caça, base de poder ou porque simplesmente queriam tomar conta dela. A Tradição
era usada para reforçar a idéia de "domínio", e um vampiro teria
razão em matar outro, caso seu domínio fosse violado. Com o passar dos anos, à
medida que as sociedades mudavam, isso se tornou inaceitável. Durante os
últimos 200 anos ou mais, a cidade ou a região governada por um príncipe
torna-se o seu domínio desde o momento em que ele assume o trono, ou pelo menos
é assim que funciona em teoria.
A verdade é que muitos vampiros possuem domínio, emuitas vezes este fato é
evidente ("os esgotos têm sido sempre o domínio dos Nosferatu," ou
"um Ventrue tem dirigido esse banco desde a sua criação."). É claro
que, nas noites atuais, com algumas cidades abrigando populações vampíricas de
30, 50 ou talvez 100 Membros ou mais, é preciso fazer concessões. Desta forma,
muitos vampiros caçam onde querem, nas áreas comuns de caça como bares da
cidade, teatros e clubes noturnos, que na gíria dos Membros são chamados de
"currais"

A TRADIÇÃO DA PROGÊNIE

A maioria dos príncipes insiste que eles são os "anciões" referidos
nessa Tradição, e exigem que cada vampiro que deseja criar uma criança da noite
deve obter sua permissão antes de fazê-lo. A maioria dos Membros obedece mais
por medo do que por respeito; afinal, a não-vida do filhote pode correr riscos.
Se uma criança já foi criada sem a permissão do príncipe, este pode
apropriar-se dela, pode banir o neófito e seu senhor ou ordenar a morte de
ambos. A critério do príncipe, a criança que for gerada e abandonada sem ter
sido ensinada sobre a sua existência, pode ser "adotada" por outros
vampiros que aceitem total responsabilidade, tratando-as como se fossem suas
próprias progênies. A Camarilla reconhece o direito do príncipe em restringir a
criação, a fim de impedir a superpopulação. De fato, este assunto preocupa
tanto à Camarilla, que em um recente conclave seus líderes ressuscitaram a
instituição do algoz. Os algozes percorrem os domínios do príncipe, procurando
Membros criados sem permissão, banindo-os ou destruindo-os.

RESPONSABILIDADE

Aqueles que criares serão tuas próprias crianças. Até que tua progênie seja liberada,
tu os comandará em todas as coisas. Os pecados de teus filhos recairão sobre
ti.

HOSPITALIDADE

Honrarás o domínio de teu próximo. Quando chegares a uma cidade estrangeira, tu te
apresentarás perante aquele que a governa. Sem a palavra de aceitação, tu não
és nada.

A TRADIÇÃO DA DESTRUIÇÃO

Esta Tradição é talvez a mais facilmente abusada e a mais ardentemente contestada de
todas. Poucas leis causaram tanta controvérsia nos corredores do poder, e ela
está sempre sujeita a novas interpretações. A maioria acredita que seu
significado original dava ao senhor o direito de destruir sua própria progênie
(o que é confirmado pela lei dos Membros). No entanto, se a palavra
"ancião" for interpretada com o significado de "príncipe",
a Tradição assume seu significado moderno, e muitos príncipes afirmam
satisfeitos: apenas o príncipe pode pedir a destruição de outro Membro na
cidade. A Camarilla tem apoiado essa reivindicação pela segurança extra que
fornece ao reinado do príncipe. Ela é um direito ao qual muitos príncipes são
fiéis e que sustentam com força brutal, caso seja necessário.

ORGANIZAÇÃO E TÍTULOS

Círculo Interno

São os responsáveis por toda a seita, criando e derrubando Justicar com a mesma
serenidade. Eles se reúnem uma vez a cada 13 anos , os mais velhos anciões dos
clãs da Camarilla se encontram para discutir os rumos da seita e seus
interesses atuais. Muitos poucos Membros, incluindo os Justicar, sabem o que o
Círculo Interno faz na maior parte do tempo. Muitos acreditam que eles mantêm
contato com os anciões de seus clãs, influindo nas mudanças de base e reunindo
informações com seus Justicar a fim de considerar as necessidades de que devem
se ocupar durante o encontro seguinte. Despertar a ira coletiva desse conluio,
a infração cometida é tão espetacular quanto à punição. A mais expressiva que
pode ser aplicada é colocar o infrator na Lista Vermelha, podendo invocara a
força dos Justicar para ajudar na caçada. A sua composição ainda permanece um
dos segredos mais bem guardados da Camarilla, sabe-se apenas que eles são os
"primogênitos" de seus clãs, mas a definição está aberta a
discussões. Acredita-se que a formação do Círculo vem mudando através dos
séculos, conforme seus membros alcançam a Morte Final, entram em torpor ou
simplesmente desaparecem. O sigilo é uma questão de tradição, uma vez que esses
membros perceberam que ser troféus de grande valor e deixaram de arriscara suas
não-vidas.

Justicar

Esses seis poderosos vampiros são nomeados pelo Círculo Interno para serem
seus olhos, ouvidos, mãos e ocasionalmente os punhos. A nomeação é um processo
longo e desgastante, onde muitas vezes o candidato é ignorado ou manipulado
pelo Círculo Interno. Os Justicar desfrutam de um poder imenso sobre a
sociedade dos Membros e de toda a Camarilla, com exceção do Círculo Interno.
Têm o poder de julgar as questões que envolvem as tradições; podem convocar um
conclave a qualquer momento, seja para declarar uma decisão ou com intuito de
tomar decisões conjuntas sobre a política da seita. Com o poder que detém,
podem fazer com que o príncipe seja removido antes de causar muitos danos á
população ou dirigir a maré de guerra contra os inimigos da Camarilla.
Respeitados com reverência e temor, nenhum membro ousaria negar a ajudá-los.
Conduzem a Camarilla como colossos e suas sombras são de fato bastante
extensas. Investido com o poder de tirar a autoridade de um príncipe ou
destruir toda uma geração de Membros, o justicar é a corte de última instância da
Camarilla. Quando um justicar chega a uma cidade, já é tarde demais - o caos já
tomou conta e é hora de começar a limpeza.

Arcontes

Os lacaios dos Justicar, estabelecidos para atuar em seu nome e trabalhando
para alcançar quaisquer que sejam seus propósitos e necessidades.
Simplificando, ele é capaz de assegurar que a sua presença seja sentida. Os
Arcontes costumam ser escolhido dentre ou nas fileiras dos Ancillae e
"jovens" anciões da Camarilla que se demonstraram promissores ou
escolherem a sua equipe quando são nomeados. Os Justicar freqüentemente
escolhem Arcontes levando em consideração a sua percepção particular em certo
assunto, suas perícias ou sua compreensão da política. O mandato dos Membros
nomeados para o posto se estende até quando seus patrões desejarem mantê-los.
Os Justicar freqüentemente precisam de vigias e empregados sutis em cidades
problemáticas. Os Arcontes não estão tão distantes das não-vidas típica dos
Membros como estão seus superiores. A maioria é capaz de se instalar nos negócios
da cidade sem atrair muita atenção e ganhar a confiança dos demais. Sua
presença sempre é acompanhada pelo medo, pois ela é tanto um grande poder por
si só como a potencial precursora da atenção fatal de um Justicar.

Príncipe

É a voz da Camarilla na cidade em que governa. Em teoria, ele é mais um
magistrado ou inspetor do que um governante absoluto, alguém que mantém a paz e
faz as leis e capaz de manter a cidade em ordem e protegido de invasões. Se um
príncipe se mostrar incapaz de manter a segurança de uma cidade contra
incursões, ele pode ser forçado pelos demais membros a abdicar. Um príncipe só
consegue governar enquanto impõe ordem com eficiência, seus súditos estejam
suficientemente assustados e os anciões o apóiem. Se qualquer um desses fatores
desaparecer seu reinado chegará ao fim. Os príncipes desfrutam de uma grande
quantidade de poder, como criar progênie livremente enquanto os outros vampiros
precisam buscar sua permissão para fazê-lo, pode estender o seu poder em que
entra em seu domínio e pode punir seus inimigos ao invocar uma caçada de
sangue. Muitos Elíseos debatem se as vantagens do posto excedem ou não o fardo
do emprego, mas a maioria dos Membros parece achar que sim, promovendo, em
todas as cidades, uma luta interminável pela ascensão ao trono. Dentro do seu
domínio ele detém o poder de vida e morte, ou criação e destruição e usa este
poder conforme deseja.

Senescal

O Príncipe pode governar a cidade, mas é o Senescal que a mantém funcionando
noite após noite. Todos que desejam falar com o Príncipe precisam primeiro
convencer o senescal da urgência do assunto: ele é o zelador das chaves que
levam à presença do Príncipe. É o escolhido para ser o assistente pessoal do
príncipe e que pode, a qualquer momento, ter que tomar o lugar do príncipe caso
ele deixe a cidade a negócio, abdique, ou seja, assassinado. O príncipe tem a
autoridade de escolher o seu senescal (isso se caso ele não seja visto como um
fraco ou não for apreciado, sendo escolhido assim pela primigênie) já que o
nomeado se encontra em uma posição delicado. O trabalho pode ser completamente
ingrato, não apresentando recompensas proporcionais ao tédio e ao perigo. Um
senescal pode ser usado como secretário, informante, príncipe pro tem,
conselheiro, observador, embaixador ou contato com qualquer novo Membro que
esteja entrando na cidade. Mas vários Senescais já se aproveitaram de sua
posição, usando-a para se tornar um dos mais bem informados Membros da cidade,
ultrapassando até mesmo as harpias. A seleção de um senescal obedece a diversos
critérios, variando de príncipe para príncipe e primigênie para primigênie.
Alguns preferem a sociabilidade à confiança, enquanto outros consideram a
independência e o bom senso como qualidades ideais. Poucas Primigênies permitem
que o senescal seja do mesmo clã que o príncipe, encarando isso como um convite
ao desastre na forma de favoritismo. Publicamente servil mas nunca covarde, ele
controla partes da cidade, que nem mesmo o seu mestre suspeita.

Primigênie

A assembléia de anciões da cidade. Esse conselho funciona como um corpo
legislativo de uma cidade, um representante das opiniões dos vários clãs com
relação à administração da cidade. A primigênie pode possuir muito poder, Não
importa se esse poder lhe é ou não concedido. É o seu apoio que confirma a
permanência de um vampiro como príncipe ou o sentencia a transformar-se em
comida de vermes. Se desejar, a primigênie pode depor um príncipe por meio de
sua obstinação ou voto de falta de confiança ou assegurar-lhe um longo reinado
por meio de seu poderoso apoio Mas o conselho também pode vir a se tornar o
corpo governante de uma cidade enquanto mantém o príncipe ocupado. Por outro
lado, quando um determinado príncipe é mais poderoso, insano ou despótico o que
a maioria, o conselho atua como testa-de-ferro.

Secretário

Não é algo oficial dentro da Camarilla, mas serve para incitar discussões
usando quaisquer meios necessários. Isso inclui completar um discurso com
informações que o Primogênito esqueceu inadvertidamente, calar os membros mais
extrovertidos para dar uma chance aos mais quietos, insultar para obter a
verdadeira opinião ou lançar desafios excitantes. Os secretários também podem
assessorar membros mais reclusos do clã que, por motivos próprios, não podem ou
não querem comparecer aos encontros do clã. Em algumas cidades, o secretário é
visto como vice de um Primogênito, com autoridade de participar dos encontros
da primigênie se o seu mestre estiver ausente ou permanecer ao seu lado durante
os encontros. Um secretário bastante observador pode valer seu peso em ouro
quando se trata de interpretar o significado por trás da objeção imprópria de
um Primogênito. Mas um secretário que começa a brilhar mais do que o seu patrão
provavelmente será substituído. Às vezes, a nomeação para secretário pode não
ser uma recompensa, mas um aviso.

Harpia

São as traficantes de fofocas, moinho de rumores e fonte de status.
Juntamente com um bando de outras, a harpia observa de dentro do Elísio, pronta
para conferir felicidade ou uma malícia venenosa com apenas uma palavra. Elas
são as palavras que chegam aos ouvidos errados, aquelas pessoas que podem
tornar a sua não-vida miserável só porque usou uma gravata feia ou retrucar um
insulto. Uma pessoa que se encontra na lista dos alvos das harpias,
freqüentemente acaba sendo banida de todas as principais reuniões sociais.
Descortesia, grosseria, falar fora de hora, demonstrar desrespeito ou estupidez
descarada... Tudo isso pode transformar um vampiro centro de atenção das
harpias. As harpias raramente são nomeadas. Aquelas que dispõe das habilidades
sociais necessárias fizeram parte da elite social durante toda a vida, tendo
atuado como fofoqueiras famosas, diletantes e socialites. A maioria tende a ser
dos clãs Toreador e Ventrue, mas sabe-se de alguns anciões Brujah e Malkavianos
ligeiramente lúcidos que ocuparam o posto. Todos cortejam o seu favor,
principalmente aquelas que as desprezam.

Zelador Do Elísio

É o responsável por tudo que acontece nas quatro paredes de um Elísio
durante seu turno. Ele tem o direito de cancelar um evento a qualquer hora, até
minutos antes de ele começar, alegando que ele ameace a segurança do Elísio ou
da Máscara. O trabalho vem com grandes responsabilidades e poucas recompensas.
Embora o cargo uma posição de prestígio e acarrete o acúmulo de muitos status e
reconhecimento, ele coloca o Membro sob uma mira quase tão intensa quanto à do
príncipe. Como o cargo exige uma grande interação com os mortais, os Membros
com aparência negativa, nunca são considerados para ao trabalho, a não ser que
tenha alguma forma de disfarçar. Todas as noites o zelador precisa se assegurar
de que o Elísio está de acordo com as regras importantes referentes às
Tradições estabelecidas e à Máscara. Se houver um incidente que atraia a
atenção dos mortais, o zelador tem que fazer a limpeza podendo usar quaisquer
recursos necessários para fazê-lo - confiar muito nesses recursos, no entanto,
é uma forma eficaz de atrair a ira do príncipe - e os melhores zeladores são
sempre aqueles que chamam menos atenção.

Xerife

O pior pesadelo de qualquer anarquista e melhor amigo da Primigênie, é o
responsável pela manutenção das leis de uma cidade cumprindo seu trabalho com
punho firme dentro de uma luva de veludo bastante usada - nas noites de hoje,
os anarquistas e desordeiros só entendem uma coisa: a força bruta. Atua como um
"executor" do príncipe, realizando trabalhos que abrangem desde levar
os ofensores à corte até marcar ordem nas ruas e ocasionalmente expulsar
encrenqueiros do Elísio. Durante uma guerra, o xerife normalmente é chamado
para atuar como comandante da forças, conduzindo ataques e coordenando o bélico
da luta. Os xerifes provêm, normalmente, dentre os Brujah e os Gangrel, não
impedindo de ser outros clãs. Um dos maiores deveres do posto é ficar atento às
infrações da Máscara, demonstrando juntamente com inteligência além de força
muscular. A nomeação no geral exige a aprovação de um príncipe.

Algoz

Alguns príncipes concedem ao algoz o direito da destruição para agilizar o
processo de purgação, outros exigem que eles levem suas "capturas"
noturnas para serem julgadas num Elísio. Mas nem todos os príncipes fazem uso
do algoz por considerarem o posto perigoso e desnecessário. Muitos xerifes vêem
o algoz como uma ameaça ao seu poder, como alguém que tomará conta dos
problemas que ocupam um termo importante que deveria ser gasto em um número
interminável de outros assuntos, como incursões do Sabá ou caçadores
persistentes. Muitos poucos membros se sentem à vontade quando estão perto do
algoz local, sendo que até mesmo os príncipes mantêm seus exterminadores
contratados à distância, fazendo-os se tornarem amargos e isolados e trocando
os Elíseos por noites de trabalhos. Sempre acompanhado de reforços de reforços,
tem a autorização do Príncipe para impor algumas das Tradições de forma letal.
Odiado ou temido por aqueles que têm algo a esconder (como ele mesmo), o algoz
é um dos mais desprezados Membros da cidade. O fato de ele amar o seu trabalho
é, portanto, um conforto muito grande para ele.
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