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 Crônica de Nova York | by Angelique Spencer

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Mar 28, 2010 2:24 am



Citação :
Jonathan
-- É tão agradavel esse silencio e tudo mais. Levanto-me colocando minha mochila e minha camera no sofá.
--Mas acho que deveríamos no mínimo procurar algumas pistas hoje ainda não é mesmo? Já que temos tantos e tão ilustres "membros" aqui, creio que o motivo de uns é mais forte que o de outros, porém estamos todos na mesma busca, todos sabem que o tempo e as informações são extremamente importantes neste nosso “trabalho” e creio que as coisas vão ficar menos nitidas quando amanhecer e mais ainda quando acordarmos amanha então, vamos deixar o tempo passar ou sair para sermos os caçadores que por natureza somos?

Me jogo no sofá caindo ao lado da mochila e da camera, com um movimento rapido coloco os dread's no lugar novamente e com os olhos procurando uma resposta nas bocas da sala...


Aileen vira o rosto suavemente, e escuta o fotógrafo...
Ele tem a sua razão. Mas espere... Não sou caçadora, e aí, vão fazer o quê comigo?

Citação :
Delacroix
- Humph... Você fala demais, garoto. - As palavras saiam secas e com certo deboche das bocas do francês - Porém, há inteligência nelas... Bem, eu pretendo visitar nosso amigo sobrevivente antes que ele 'misteriosamente desapareça' - Ele faz o gesto popular com os dedos - quando o Sabbat descobrir que deixou um sobrevivente. Se alguem tem uma idéia mais apropriada que fale... Não tenho a noite toda.



O rosto se move na direção de Delacroix, olhar inquisitor.
Hum... O fotógrafo fala demais, mas tem bom senso nestas palavras mesmo; concordo contigo. ‘Não tenho a noite toda’? Que grosso. Vá dormir então!

Citação :
Titus
--Você também está no esconde-esconde?? -- era a voz de mais uma criança do orfanato que Titus tinha ficado quando pequeno. Aquela situação dele escondido pelo sobretudo deve ter desencadeado a voz. Ele riu em voz alta e descobriu o rosto: --Fui pego!

Aileen encara Titus e ri baixo, uma risada suave e alegre como o canto dos pássaros ao amanhecer.
Que rapaz engraçado! Gostei dele! Ele tem alguma deficiência mental? Serei gentil com ele...

Sorri para o Malkavian, simpática.

Citação :
Darios
-- Creio que estaríamos todos de acordo, espero porém, que não se importem de aguardar uns poucos instantes até Ariel trazer os documentos que solicitei para que estejamos mais preparados para o que nos aguarda, afinal em todos estes anos, uma das coisas mais importante que aprendi sem duvida foi que segurança e precaução, nunca são demais. Não concorda Srta. Alieen?- Nicardro se cala e espera pelas palavras da jovem Brujah, mas seus olhos também são focados nos azul celeste que são os de Angelique, o que demonstrava a todos que sua pergunta se fazia presente não somente para uma delas, mas sim, que o ancião buscava saber a opinião das duas sobre os fatos apresentados, assim como esperava que os demais cavalheiros concordassem em aguardar por apenas alguns momentos.

Silverfangs vira o seu rosto tão rápido que se ainda fosse humana, sentiria dor. Os cabelos castanho-avermelhados acompanham o movimento, graciosos. Seus olhos demonstram surpresa e acanhamento, e a iris se avermelha por um instante sem que ela se conscientizasse disto.

É sempre estranho quando alguém que não te conhece chama pelo primeiro nome. Primeiro Cross, e agora esse rapaz. Seus olhos são tão velhos... Gostei dele. Quantos anos será que ele tem? Ele emana poder; devo me cuidar

Antes de responder a Darios, abrindo seus lábios, ouve a resposta de Angelique e vira seus olhos castanhos a ela.


Citação :

Angelique se vira em direção da garota dando total atenção a mesma. “Do modo que ela fala nem parece ser uma cainita... tem algo de humano nela, mas é bom não confiar muito...” -- São fatos que todos estão sujeitos a passar. Fatos que não podemos evitar... Desgraças que não podemos prever... Não se preocupe, Sarah está melhor que nós neste momento. Ela vai ficar bem. –não havia mais um fio de preocupação da Assamita sobre sua irmã, aparentemente está despreocupada. Spencer sorri de forma espontânea e sincera, logo foca sua atenção ao Jovem fotografo, voltando à mesma expressão de sempre perante aos demais... Olhar frio e sua seriedade como sua marca registrada.

--
Ah... Bom saber. – Abaixa os olhos, tímida.
Uh, será que ela não gostou de mim? Ela ficou fria! Que será que falei de errado para ela?

Volta seus olhos para Darios, e responde à pergunta:
-- Sim, concordo com você. – balança de maneira suave a cabeça, enfatizando suas palavras - Senhor...?

Ela dá uma deixa cordial, deixando involuntariamente que seu sotaque britânico se manifeste, para que o ancião se apresentasse.

Citação :
Domino: -- É Uma ótima idéia, conheço os peritos de lá, então vou com Christian acompanhá-lo, ele também tem alguns contatos pela cidade. Traremos noticias... Quanto mais cedo eu ir, mais rápido vou colher as informações. Boa noite a todos. – Domino se vira e caminha retirando-se da sala.

A jovem encara Domino.
Hum... Não é aquele cara que flertou com o outro lá?

Vira o rosto, procurando Cristian e o avalia.
Nossa... como é bonito! Esses dois, acho que combinam... Bom, eles só devem sentir atração um pelo outro. Se bem que eu iria gostar de saber um dia que eles se gostam mesmo!

Citação :
Lucia: -- Tudo que precisarem para as investigações pode pedir para mim hoje, equipamentos tudo que precisarem, o importante é que Ariel conta com vocês, mesmo aqueles que não pertencem a nossa seita. Este atentado violou as leis da Mascara e o bem estar da população de Manhattam. – Agora ela descruza os braços olhando para o grupo. - O que decidiram, querem executar as investigações hoje, ou deixar para amanhã? – Lucia aguarda a resposta dos presentes.

Aileen Silverfangs respira fundo, relaxando. Mais que nunca sentia que era uma criança no meio de uma sala cheia de adultos experientes, e deveria deixar esta decisão nas mãos deles.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qua Mar 31, 2010 8:53 am

Citação :
- Humph... Você fala demais , garoto. - As palavras saiam secas e com certo deboche das bocas do francês - Porém, há inteligência nelas... Bem, eu pretendo visitar nosso amigo sobrevivente antes que ele 'misteriosamente desapareça' - Ele faz o gesto popular com os dedos - quando o Sabbat descobrir que deixou um sobrevivente. Se alguem tem uma idéia mais apropriada que fale ... Não tenho a noite toda.


"falo demais ? que maravilha temos 'homem de ação' na sala, se eu ficar no mesmo grupo que ele vai ser um pouco desagradável"

da um leve suspiro virando o rosto para os outros e acaba percebendo o malkaviano em seus devaneios no capuz.

"esses filhos de malkav sempre me deixam intrigado, uma beleza tão delicada, subjetiva e ao mesmo obscura acho que prefiro ficar ao lado de um malkaviano mesmo, o senhor "homem de ação ali que se vire sozinho."

O homen com estilo frio e formal que nao saia do lado da senhorita de vestido azul do mesmo geito fria como uma pedra começou seu discurso e com palavras tão formais e suaves como a mesma sensaçao que ele passava aos demais.

"no fim vamos acabar todos divididos mesmo, é o unico geito de trabalharmos rapido para não perdermos a nitidez das provas"

--mas o tempo tambem nos traz o esclarecimento.. falo em tom baixo para mim mesmo.

"melhor eu parar de "viajar" nos pensamentos e voltar para reunião"


Citação :
Angelique: A moça senta em outra poltrona não muito próxima a Jonathan, dando uma “bela” cruzada de pernas, observa os Demais conversarem e se interagirem após o termino de Chrons ter replicado ao Toreador. Logo após escuta as palavras de Titus sobre o “pano preto” e Darios sobre o breve “discurso”. -- Minha opinião sobre o caso... vocês leram bem o que está escrito no documento? Havia horário de trabalho do segurança? E Se ele trabalha durante o dia? Iremos “torrar” ao sol? Ele é a nossa única pista no momento... ele vai descrever o terrorista. Alem do mais, não é plausível andarmos com estas vestimentas, tirando vocês que entraram por ultimo. - Referia a palavra “vocês” sobre Jonathan, Chrons e Titus. -- De certa forma vai chamar atenção de quem está la fora, como muitos sabem o Sabá está se infiltrando em Manhattam. A melhor forma é esperar até amanhã. Não que esteja defendendo a vontade de Ariel. Mas devemos montar uma espécie de estratégia. Além disso o tal do pano preto está em Los Angeles, alguém vai ter que ir lá e averiguar de perto esse tecido.

"fato, nem todos vão poder entrar na busca ao menos por agora
hmmm pela logica vou ter de ir com quem nao esta de roupa de "gala" ou seja o malkaviano e o "actionman" ali, que desagradavel"


muda para sua feição debochada de novo, labios apertados levemente e olhar suave com as sombrancelhas um pouco frisadas

"parece que hoje não é minha noite para conhecer pessoas agradaveis, apenas a senhorita Aileen que se salva, ela passa um ar tão jovial e inocente que quase me hipnotiza"

volto meu olhar para Aileen novamente em seus cabelos e pele de traços unicos.
quando lucia volta a se pronunciar os olhos na bela dama e a visão periferica ainda alcansa a bela toreador de cabelos rubros

Citação :
Lucia: -- De todos aqui o mais indicado é Domino, mas onde ele foi parar? Até alguns minutos ele estava com o Christian... hum. – Sua expressão transparece um olhar pensativo, neste instante ela cruza os braços, até que uma mão apóia em seu obro esquerdo. Era Domino.

Domino: -- Desculpe pela indelicadeza Miss. Hooves, fui acompanhar Christian até a saída do Prédio, ele está de partida parece que vai para Los Angeles. Mas estavam comentando de algo sobre o caso? O que poderia ser útil?

Angelique: -- Estava comentando sobre você ir a Los Angeles, Ariel comentou que você contribui muito com as investigações para sua seita. Como já tem certa experiência neste tipo de coisa, seria melhor o senhor ir lá também.

Domino: -- É Uma ótima idéia, conheço os peritos de lá, então vou com Christian acompanha-lo, ele também tem alguns contatos pela cidade. Traremos noticias... quanto mais cedo eu ir, mais rápido vou colher as informações. Boa noite a todos. – Domino se vira e caminha retirando-se da sala.

"bem o grupo cada vez diminuindo, porem as tarefaz se organizando agora basta decidir quem vai e quem fica"

Citação :
Lucia: -- Tudo que precisarem para as investigações pode pedir para mim hoje, equipamentos tudo que precisarem, o importante é que Ariel conta com vocês, mesmo aqueles que não pertencem a nossa seita. Este atentado violou as leis da Mascara e o bem estar da população de Manhattam. – Agora ela descruza os braços olhando para o grupo. -- O Que decidiram, querem executar as investigações hoje, ou deixar para amanhã? – Lucia aguarda a resposta dos presentes.

"bem meus "filhos" estão aqui nunca saio sem eles, pelo que conheco esse mundinho não vale apena arriscar então se formos sair hoje temos que nos preparar" pensando em suas glock's 22 que estavam em sua mochila no sofá

--No momento creio que só nós "os últimos a chegar" podemos sair por agora não é mesmo? Para por um momento vira para Lucia.
--Será que poderia trazer roupas mais "casuais" para os outros ? Assim poderíamos começar o mais rápido possível, claro que um pouco improvisados mas iríamos evitar a perda de tempo. Mas se os outros preferem ir para suas casas e depois começar eu desde já me ponho a disposição desta busca já estou aqui e não preciso de mais nada.

"enfim acho que vamos sair deste prédio "
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Abr 01, 2010 7:13 pm

Delacroix parecia inérte a muitas das coisas ditas no local... Poucas pareciam ter consistencia relevante para o mesmo. Aqueles olhos vermelhos ruby recairam sobre Angelique de forma possessíva, porém discreta e admiradora assim como o sorriso cativante e satisfeito debaixa do chapeu.

Aquele debate poderia durar horas... Talvez até mais...

- Como eu já disse... Não vou dar a chance dos Ratos moverem o queijo. Do mesmo jeito que chamo atenção as pessoas evitam olhar para min com medo. De preferencia que apenas eu e mais 1 pessoa vá , de preferência... - Os olhos moviam-se quase que automáticamente para Jonathan. - O garoto que gosta de falar... Palavras podem vim a ser últeis.

O Francês sorria de maneira cínica porém não estava brincando. Sendo assim esperou que chegassem as suas decisões.

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Abr 01, 2010 7:59 pm

Titus descobriu a cabeça e ajeitou seu sobretudo, porém, para isso, teve que mudar de lugar, um lugar onde uma lâmpada não ficasse diretamente sobre sua cabeça como na posição anterior. Assim, mudou-se para uma poltrona um pouco afastada onde até uma sombrinha poderia ser aproveitada por ele.

O malkaviano ouviu as palavras das pessoas que falavam depois dele. Escutou atentamente o que Angelique falava e acabou por concordar com ela, afinal, nunca era bom agir de forma rápida após uma provocação, visto que, a atitude poderia não ser a mais racional possível e isso prejudicaria membros não tão fortes fisicamente como ele.

--Concordo com a Senhorita Angelique... é nessas horas que temos que utilizar aquilo que nossos inimigos não tem, que são a inteligência e a paciência - ele dizia olhando para o alto de uma forma meio autista. --hahahaa, tá com medo de sair na porrada com eles é?!?!? - a voz que ele ouvia era de seu falecido pai, que não era muito carinhoso com Titus na sua infância.

Ele ficou meio inquieto e foi para um canto da iluminada sala. Colocou a mão nos bolsos e ficou com a cabeça pra baixo.

--Além disso, poderíamos esperar até amanhã para ter alguma informação sobre o parecer da polícia que deve estar investigando a explosão do teatro. Quanto mais informações tivermos, menos surpresas teremos.


Ele falava ainda com a cabeça baixa. Ouvia as palavras de Jhonatan e Delacroix, parece que eles estavam querendo ação.
--Bem, não vejo problemas para quem quiser começar os trabalhos agora... me lembrem de trazer no mínimo um dente como souvenir... - ele falava enquanto ia para um dos aposentos privados. --Seu anormal - dessa vez a voz que ele ouvia era de Titus criança.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sab Abr 03, 2010 4:38 pm

-- ... - Foi todo mais o pouco que se pode ouvir da graciosa voz do ancião. Cada um ali tinha seu ponto de vista e possuía sua razão, infelizmente Srta. Alieen era a única que estava calada diante a discussão referente a qual atitude o Circulo deveria tomar, mesmo tendo concordado brevemente com Nicardro, o Circulo, Darios não se considerava parte dele, não, nem de longe, trabalhar para Camarilla que o temia e odiava tanto se não mais quanto temiam e odiavam sua senhora, não fazia parte de seus planos, estava fora de questão, o Guardião tentou levar como um "elogio" as palavras que Lucia o havia presenteado.
"Enquanto isso ele conta com vocês para ser os “olhos” dele." - Eram palavras que somente poderia iludir os mais tolos, "os olhos dele", ela realmente acreditaria que um simples ancião Ventrue poderia iludir a décadas de estudos e dos treinamentos mais dificultosos que o mundo já presenciara? Disciplina, não mesmo, não a disciplina hereditária do sangue, não a disciplina que era presenteada os descendentes amaldiçoados de Caim, sejam eles de quaisquer linhagens, mas sim a disciplina do caráter, o controle do ego e de seu próprio eu, uma das poucas coisas que Darios valoriza em Alamut, de onde Angelique acabara de vir, estaria ela aqui para cumprir uma missão em nome de seus anciões? Todos assassinos trabalhavam pela gloria de Haquim, e ela por mais que o ama-se sem duvida seguia tal conceito.
Pensamentos apenas breves pensamentos, que para o potente Lasombra faziam toda a diferença mundana, entre o certo e o errado, entre a honra e a vergonha e entre o amor e o dever.
Acompanhando Angelique e a vendo sentar-se sobre o sofá um tanto mais afastada dos demais como ele já acreditava que está o faria, ele apenas escuta, cada palavra cada suspiro e grava como uma câmera indiscreta cada gesto, desde a bela cruzada de pernas de sua amada até o sentimento pulsante que Delacroix sobrepujava em seu âmago sobre sua cria, isto para ele não era surpresa, e se amaldiçoaria se algo tão óbvio, um dia fosse.
Deixando que seus olhos e pensamentos viajem pela sala Nicardro se pega desejando descobrir os segredos que o "diferente" Titus guardava em sua cachola desajeita e enlouquecida, a loucura sempre chamava a total atenção do Lasombra que perguntava-se, caso Lucita não o abraça-se naquela época, teria Anatole se interessado pelo belo grego? Anatole, infelizmente um dos Cainita a qual Nicardro adoraria conhecer, mas infelizmente o protegido de sua estimada senhora era realmente um enigma, mesmo quando isto tratava de seu refugio, sua localização.
Olhando mais uma vez para Alieen, após a pequena demonstrar interesse em saber seu nome e não se surpreendendo ao ver que ela não o conhecia. Os segredos ocultos da Golconda era uma dádiva de que poucos descendentes de Caim, mesmo os mais velhos, já haviam ouvido falar, na verdade, Nicardro sabia que a grande maioria deles só conhecera realmente parte desse segredo ao ler o livro escrito por sua pena que neste momento estava depositada da mesma forma que estivera em seu refugio de espelhos nos últimos duzentos anos, sobre a escrivaninha de cedro, rústica e quase tão antiga quanto ele, palavras escritas em pergaminhos antigos que fizeram e mesmo nos dias de hoje ainda fazem mesmo os mais antigos que ele pensar sobre qual trilha realmente tomar em cada noite de suas "intermináveis" não-vidas. Com um sorriso amistoso, esplêndido e totalmente voltado a jovem Brujah ele cordialmente se apresenta a ela.


-- Desculpe-me Srta. Alieen, espero que não se importe de que a chame assim.- Seu sorriso era reconfortador, tanto quanto sua magnífica voz, possuíam o toque da perfeição com similaridade, uma para com a outra, as completando e as deixando sem igual neste mundo, como a de um verdadeiro pai, amante, ou irmão. O que era aos olhos dela, o Lasombra preferia não saber, ao menos não sem uma real necessidade. -- Meu nome é Darios Nicardro, por favor, o "senhor" me faz sentir mais velho do que realmente sou, não há necessidades para tamanha formalidade de sua parte Srta. - Ele faz uma breve mesura e estende sua mão para a dama, ao ter a mão da jovem junto a sua ele a presenteia com um rápido beijo sobre as costas, a solta e se dirige ao lado de sua amada, não sentando no sofá como todos os demais, mas sim ficando em pé as costas de Angelique, a rosa que se fixará para sempre em seu coração.
Abaixando a altura de sua amada ele sussurra palavras inaudíveis aos demais.



-- Amor seja qual for a escolha dos demais estarei com você, se pretendes passar a noite aqui, então aqui ficarei, mas em breve estarei de partida para Grécia, preciso renovar minha biblioteca pessoal e checar pessoalmente o quão meu refugio ainda esta seguro e se não foi violado, e acredito que não há ninguém melhor que meu anjo para me ajudar a melhorar meus sistemas de segurança. Também pretendo ir a França visitar meu antigo amigo De´l Par assim como em Madri, na Espanha, preciso falar com o "padre" a muito não o vejo e preciso do esclarecimento dos dois para continuar a trilhar meu caminho rumo a Golconda, mas por hora ficarei por aqui. Espero que possa vir comigo quando partir. - Ele toca seus ombros com estremo desejo, amor e carinho e beija seu pescoço, onde deixa inevitavelmente uma pequena marca sobre a pele amendoada de Spencer, sua bochecha e a faz olhar em seus olhos verdes e hipnotizantes, assim beijando rapidamente seus lábios.
Ele era um Inconnu e deveria se portar como tal, vigia e estudo eram suas armas mais letais, astucia era sua mais intima companheira nos últimos dois séculos, ele poderia "mexer os pauzinhos" para ajudar, mas nunca interferir em grande escala, suas palavras e opinião já haviam sido dadas de bom grado aos demais, se estavam prestando atenção ou se realmente compreenderam seu ponto de vista, era agora, um problema deles.
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Angelique Spencer
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Abr 04, 2010 11:24 pm

@ Alieen Siverfangs

A misteriosa Toreador de cabelos ruivos está atenta a tudo que falavam, porem, estranha a atitude de Alieen:
Lucia: “ Ora, está brujah não age feito uma. Por que este jeito meigo? Cadê a sua valentia? Espere um pouco... sera tatica dela agir dessa maneira?” - Alguns desconfiavam de Alieen com aquela velha frase: “ Tome cuidado com o lobo com a pele de cordeiro.” Porem Lucia se mantinha indiferente, porem sem deixar de observa-la.

Spoiler:
 

@ Johnatan Belaqua

Spoiler:
 

Lucia: Sua atenção volta-se ao Toreador, ela o admira tanto os seus trabalhos como, a maneira tão jovem de ser. -- John... – Era o apelido que esta costuma chamar. -- ... Não... como a Miss Spencer havia dito, não sabemos absulutamente nada a respeito do segurança, e nem dos horários em que este costuma trabalhar. No entanto como o Nicardro e Spencer estavam no mesmo hotel que Siverfangs, ficou até mais fácil... em breve todos os pertences dos quatro, incluindo a jovem Sarah, vão ser entregues. – Logo Lucia é interrompida pelas palavras audaciosas de Delacroix .

@ Chrons Delacroix

Spoiler:
 

Angelique: O olhar de Delacroix recai para sua cria de forma possesiva, admimiradora e ao mesmo tempo discreta, Angelique havia percebido de imediato. “ Por que me olha assim Verme?” – Ela o observa de maneira não tão discreta, tão fria como de costuma desde que fora abraçada por ele. Logo ela lembra o que Fátima havia lhe dito a pouco tempo antes de sair do Alamut.

Turquia Oriental – Alamut
Salão de Ikhwan
– 30/08/1998 - 00:00 AM

Angelique está com o cabelo preso, numa espécie de “rabo de cavalo” com as vestes comuns que todos os Assamitas usavam, uma calça comprida não muito justa, continha a cor creme, quase ao marrom, um tipo de regata preta, um colete da mesma cor da calça, porem com alguns adornos, nada de muito extravagante, até simplório no que está normalmente costuma se vestir. Fátima continha a pele negra, traços finos e exalava beleza, sendo está à primeira mulher a entrar no clã, todos os Assamitas a respeitam, mas quando está fora abraçada era diferente, mas os tempos mudam. Ela também estava com roupas parecidas, porem com uma bandana em sua cabeça, calças tão negras quanto seus olhos, uma espécie de pano de cor roxa sobre sua coxa direita, uma faixa envolvendo sua cintura também da mesma cor.

Ambas estavam sentadas de frente ao chão no enorme salão de treinamento. Era o ultimo treinamento de Spencer no ninho da águia. Há poucos dias atrás a mesma já era uma Raquif diante de seu clã. Após o ocorrido em Londres, era cedo demais para voltar a sua terra natal. Porem antes de Angelique partir, Fátima, como uma ótima instrutora estava lhe dando não um ensino, mas sim um conselho.

Fátima: -- Lembre-se minha cara Angelique, aja sempre com cautela, mesmo nos momentos mais difíceis, use sua mente perspicaz e nunca se leve ao impulso. Você saberá realizar tudo no momento certo. – Fátima ao dizer estas palavras mantinha o tom calmo como sempre está costuma ser.

Angelique: -- E quando vou saber que é o “momento certo”? – Questiona a sua “instrutora”, anda tinha muito o que aprender. Porem a respeitava e admirava como os demais Assamitas.

Fátima: -- Você saberá Angelique Spencer, um pouco de estratégia na Guerra não é demais, pelo ao contraio... Lute pela Honra de nossas leis. Você já melhorou e evoluiu muito bem nesses últimos messes. Está na hora de voltar ao ocidente.

Angelique: -- Não posso... – Fala um tanto desapontada.

Fátima: -- Por quê? – Agora a Anciã surpresa a questiona.

Angelique: -- Vou para qualquer lugar, menos a Londres. – Tinha total convicção que iria demorar talvez anos a voltar ao seu adorado país.

Fátima:-- Tudo bem... escolha qualquer cidade e lembre-se agora que faz parte de nosso clã, provavelmente enviaremos algum comunicado de missões que você possa fazer.

Distrito: Manhattan – NY
Chrysler Building | Aposentos dos Hospedes
– 19/03/1999 - 12:10 AM

No entanto a discussão entre o circulo continuava a pleno vapor, Jonathan e Chrons questionavam o porquê de não agir de imediato, perder a testemunha não seria plausível a todos, e nem ao tal do Ariel. Chegar numa conclusão poderia ser inútil sem informações suficientes para ir atrás do tal segurança de Los Angeles.
Contudo a prole de Delacroix volta a sua atenção ao mesmo e aos demais:

Spoiler:
 

@ Titus Kollen

Spoiler:
 

Mais uma vez a discução sem fim continuava...

@ Darios Nicardro

Spoiler:
 


Angelique: Escuta ao sussurrar de seu amado a suposta viagem que este planeja fazer, a busca incessante pela Golconda parecia um vicio para ele, a ela um martírio, mais uma vez teria que se afastar dele se for preciso, apesar do curto tempo que estiveram juntos em Manhattan, os dois certamente aproveitaram o tempo que havia sobrado. “Por que sempre temos que nos afastar?” – Sentia todas as caricias que o ancião lhe proporciona, a mesma fecha os olhos como se estivesse hipnotizada pelo leve beijo que havia recebido a pouco entre seus lábios. -- Tudo vai depender de como será nossas atividades neste tempo meu amor... – Também sussurra ao mencionar “atividades” como missões dadas agora pelo próprio clã ou outro serviço neste tempo.

@ Todos

O Soar de um “PLIN!!”, indicava que a porta do elevador fora aberta neste momento, mesmo estando baixo, o som de sapatos caminhando sobre o piso de mármore , certamente a audição dos presentes está tão perceptível, afinal quem poderia ser...a discução está cada vez mais fervorosa, parecia que a decisão do circulo formado está longe de ter um fim, alguns questionavam a ficar e esperar mais informações , outros levados ao impulso a agir de imediato. Porem o silêncio ronda quando um simples bater de portas .

???: -- Lucia! Já estou com as tranqueiras do pessoal como o “pombo” me pediu! – O Cara tinha uma voz que lembra uma hiena.

Birdeye: -- É Birdeye seu idiota! B-I-R-D-E-Y-E! – Carter parecia estar nervoso, soletra seu “apelido” para que o seu acompanhante pudesse lembrar de chamá-lo assim.
No entanto podia escutar um estalido.


???: -- Ai! Porra! Desculpa ae! Tudo tem pena e bico “Frango a passarinho” !

Birdeye: -- Você não tem modos mesmo diante dos convidados seu imbecil. – Mais um estalido.

???:-- Aiiii! Parei... Poxa o que eles carregam aqui? Chumbo?

Birdeye: -- Cala a boca! E entra logo seu energúmeno!

Lucia: Olha para todos com cara de: “ O que eu estou fazendo aqui?” A mesma se vira de costas e abre a porta. -- Ah só devia ser você Walter. Entre logo com os pertences deles.

Walter: -- Ok Lucy, como quiser Lucy... as suas ordens Lucy! – O suposto carniçal estava emburrado por carregar tanta tralha sobre seus braços, haviam ao todo duas malas entre braços e mãos, -- Aonde eu deixo?

Lucia: -- Ao lado do primeiro sofá, a direita. Senhoras e senhores, os pertences são de Darios, Angelique, Sarah e Alieen. Por sorte Alieen estava no Jumeriah com os três isso facilitou a busca dos pertences.

Birdeye: Ele estava com uma espécie de maleta com um suporte no seu ombro esquerdo, parecia ser um suporte para um Notebook ou algo do tipo. Em seguida entra na sala e observa principalmente os três “novatos”. -- Creio que ainda não me conhecem sou Harold Carter, mas todos me chamam de Birdeye. Vocês devem ser o Titus, Chrons e Johnatan. Enfim, sem mais delongas, como o Mister Nicardro havia pedido, trouxe as informações necessárias ao nosso “amiguinho”, o segurança, não foi difícil encontrar, tenho meus contatos na prefeitura que me deixam ter acesso ao banco de dados. – O Jovem ventrue se direciona ao mesmo sofá onde Angelique havia sentado, ele abre a sua maleta e retira seu notebook deixado ao seu lado, depois alguns papeis, ele oferece a Angelique, que logo retira o papel, dando o restante para Darios e assim sucessivamente entregavam uns aos outros. -- Agora temos informações suficientes do segurança. - Agora este deixa o aparelho sobre seu colo, abrindo e o ligando em seguida.


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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sab Abr 10, 2010 12:07 pm

Chrons não tentava nem um pouco ser discreto a respeito de seu olhar incançável sobre Angelique. Porém com a entrada dos recém chegados, sua atenção fora desviada momentaniamente para aquele que se pronunciava como Birdeye.

- Humph... - Um leve sorriso demostrando o estado entrertido do Ancillaê.

Delacroix recebia a ficha do suposto segurança com certo gosto... Gostava de um trabalho bem feito, nem todos na camarilla eram inúlteis.

- Bem ai está a informação que todos pareciam querer... Acho que já deixei claro antes que vou atrás dele antes que dêem a chance do Sabbat agir primeiro. Se eu for esperar a assustada Camarilla decidir agir, vai ser tarde D+ para evitar o pior.

O francês levantaria da poltrona com o papel em mãos. Dobrando o mesmo e guardando por dentro do sobretudo um tanto diferente. Seu olhar desta vez, recaia sobre Nicardro e em seguida Angel ... Uma sutíl expressão facial oculta por baixo do Féltro vermelho passou despercebido. Para ele éra sempre tão divertido re-encontrar a Scarlet Rose...

- Então se alguem tiver algo a dizer que diga agora... Ou não, heh.

O experiente Ancillaê já se direcionava à saida antes mesmo de dar a chance de alguem responder, seus passos eram lentos sabendo que alguem poderia dizer algo , mas de uma maneira que ele duvidava que lhe impediriam.

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D E L A C R O I X , Got It Memorized?



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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qua Abr 14, 2010 8:29 pm

A pele arrepiava em abaixo de seus dedos finos, uma mão de pianista. Ele podia jurar sentir mesmo os minúsculos pelos que cobriam o corpo perfeito de Angelique se ouriçar, com um suspiro após ouvir as palavras que não lhe transmitiam certeza quanto ao comprometimento da mesma para a viagem que ele necessitaria fazer, ele continua com as mãos sobre os ombros da bela mulher, mas volta a ajeitar sua postura prestando a devida atenção a todos que estavam no recinto.
Uma conversação entediante, mas necessária, era o que Nicardro achava. Alieen ainda se mantinha intimidade por acreditar não estar na "altura" dos demais, Lucia voltava momentaneamente sua atenção ao fotografo Toreador, mas nada em suas palavras ou nas de quaisquer outros surpreendia o Guardião, nada que ele não tivesse formalmente comentado, sugerido ou pensado não havia vindo em pauta, o que aos olhos do ancião era no mínimo curioso.



"Realmente chamar estes Cainitas foi muito bem pensado, mesmo tendo sido uma ação "desesperada" por parte da Camarilla o grupo esta muito bem formado, tem Cainitas realmente muito promissores aqui...” – Olha para os olhos chamativos e que transpassam inocência de Alieen.
“Ver até onde suas capacidades poderiam chegar seria um tanto, hum... Interessante." - Seus devaneios são interrompidos ao ver Delacroix observar sem vergonha alguma sua prole, realmente os bons modos eram algo que poucos haviam conservado, mesmo entre os mais velhos entre os jovens, no mesmo momento em que a companhia ecoava até os tímpanos de Nicardro, ele se perguntava se deveria pedir um babador para o Rafiq Assamita. Mas teve sua atenção tomada pela discussão que todos ouviam de trás da porta.



Spoiler:
 


“Só espero que ninguém aqui entre em estado de Frenesi por uma coisa tão promiscua quanto esta, odiaria ter que sujar minhas mãos, se bem que não há necessidade para tal mesmo que isto aconteça.”


Darios faz um gesto para que deixem suas coisas ao seu lado próximo ao sofá onde Angelique estava sentada.
Entrega os papeis para o Cainita mais perto e lê apenas uma vez o conteúdo da carta o memorizando sem dificuldade, olhando para seu relógio de bolso enquanto todos se mantinham em silêncio, até que Chrons Delacroix se pronuncia novamente a todos no recinto e se dirige a saída da sala.


“Já passam das doze horas... Sr. Baker esta em seu trabalho até as seis da manhã, creio termos tempo de sobra, que eles têm, eles meu cara Nicardro.” – O Lasombra se corrige mentalmente, recusava-se a ser mais um dos subalternos da antiga Camarilla, seja ele sendo pago ou não. Voltando sua atenção a todos os presentes ele se pronuncia pela ultima vez antes de se dirigir aos aposente que Ariel os havia fornecido.


-- Irei me retirar, não demoro, peço a licença de todos. – Cordialmente ele fecha seus olhos verdes e que constantemente cintilavam como a constelação de Órion e faz sua costumeira e breve mesura, mais um beijo carinhoso era dado em Angelique e ele se dirige ao quarto que lhe fora designado ao único casal presente.
Menos de dois minutos se passaram e o Guardião volta trajando por cima de suas vestes um requintado, sobretudo, não casual ou simplório, era completamente negro como as sombras que defendiam o Lasombra, e quase tão belo quanto seu dono.
Talvez isto o deixasse ainda mais chamativo, se bem que sua beleza natural já era mais que suficiente para atrair olhares curiosos. Pronto ele apenas esperava por Angelique afinal se mantivera aqui por ela e nada mais.
Alieen chamava sua atenção devido a seu toque único de humanidade, Johnatan era “vivo” assim como Delacroix, apesar de serem um pouco impulsivos pelo que o ancião percebera até agora, Titus... Bem, era Malkavian, isto falava por si mesmo, ele realmente era “especial”, e sua loucura atraia Darios de uma maneira acadêmica, o que ele realmente adorava.

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Ter Abr 20, 2010 2:49 pm

Titus entrara no quarto privado e fechava de leve a porta. O aposento estava totalmente no escuro, a não ser pela luz que vinha do cômodo onde os demais cainitas estava.

Aquilo era muito bom para o malkaviano, a escuridão. Na escuridão ele podia ver claramente rostos de pessoas, sentir cheiros, ouvir todo tipo de palavras. Quanto menos ele tinha o sentido visão, mais ele podia deixar sua criatividade lunática tomar as mais diversas formas.

Ele estava em contemplação, quando ouviu um certo alvoroço no cômodo público. Isso tinha tirado sua concentração e ele não estava feliz. Não era muito social e o agrupamento de muitas pessos lhe deixavam meio confuso. Resolveu voltar ao comodo em que os demais estavam.

Viu no notebook o que seria a ficha do guarda que presenciou os ataques. Ele não deu muito importância, até ver que ele realizava tratamento psiquiátrico. Titus assumiu uma fisionomia risonha e de certa forma psicótica. Chegou bem perto da tela para ver se sua vista não lhe estava pregrando peça.

Titus, deu uma pequena arrumada na roupa e se colocou também na direção da saída.

-- hahaha.. Meus amigos agora tudo muda de figura... além de ser uma testemunha ocular, ele também apresenta algum tipo de perturbação. Tenho que vê-lo para ser se tem algum potencial!!! Irei visitá-lo também.

Ele estava risonho e sua face demonstrava a alegria da notícia que acabara de ter. Quem sabe, Titus poderia ter mais um interno para seu Hospício aquela noite.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Abr 22, 2010 3:50 pm

A conversa parecia que não iria acabar tão cedo, cada um expondo sua opinião de passos a serem tomados, aquilo já estava ficando entediante e Jonathan não era o único a se sentir assim estava evidente que o “homem de ação” queria sair logo e resolver isto. Quando John termina de se pronunciar o cainita de chapéu excêntrico começa a falar.

Citação :
- Como eu já disse... Não vou dar a chance dos Ratos moverem o queijo. Do mesmo jeito que chamo atenção as pessoas evitam olhar para min com medo. De preferencia que apenas eu e mais 1 pessoa vá , de preferência... - Os olhos moviam-se quase que automáticamente para Jonathan. - O garoto que gosta de falar... Palavras podem vim a ser últeis.

Enquanto as palavras eram proferidas John olha para o membro de palavras ousadas, quando ele reparou que os olhos do mesmo se dirigiam em sua direção uma expressão involuntária de surpresa se apoderou rapidamente de sua face.

“Droga sábia que deveria ter falado menos ou até sorrido menos, bem já que é assim ao menos quero ver oque os outros vão fazer antes de seguir com este ai.”

Por um estante um silencio estranho ficou na sala, mas por um simples intante pois o peculiar Malkaviano de cabelos loiros começava a falar enquanto se levantava rumando em direção a um dos aposentos.

Citação :
--Bem, não vejo problemas para quem quiser começar os trabalhos agora... me lembrem de trazer no mínimo um dente como souvenir...

“Sem duvidas esse cainita era um malkaviano se retirando da conversa sem nem mesmo termos decidido algo, como se nada disto fosse importante para ele, acho que não terei o prazer de ter a sua compania nas “caçada” que vem a seguir, uma pena iria ser interesante.”

John abria mais uma vez seu sorriso debochado, nem sabia mais quantas vezes esse impulso já havia sido ativado naquela sala, os detalhes sempre faziam ele rir ou no minino tirar um comclusão bem humorada.

Voltando o olhar em direção aos outros membros ele repara que o casal elegante troca palavras aos sussuros, meio estranho ainda não entendendo qual a função desses dois nisto tudo, quando o som do elevador ao longe anunciava que alguém havia chegado ao andar e logo depois os passos pesados quegado mais próximos.

Um breve momento de silencio aparentemente oportuno termina quando um bater de portas chama a atenção e logo uma voz desconhecida vem do outro lado da porta.

Citação :
???: -- Lucia! Já estou com as tranqueiras do pessoal como o “pombo” me pediu! – O Cara tinha uma voz que lembra uma hiena.
Birdeye: -- É Birdeye seu idiota! B-I-R-D-E-Y-E! –
???: -- Ai! Porra! Desculpa ae! Tudo tem pena e bico “Frango a passarinho” !

Birdeye: -- Você não tem modos mesmo diante dos convidados seu imbecil. – Mais um estalido.

???:-- Aiiii! Parei... Poxa o que eles carregam aqui? Chumbo?

Birdeye: -- Cala a boca! E entra logo seu energúmeno!

John ao ouvir a pequena discussão deixa escapar um leve sorriso achando graça e tenta manter a compostura para que ninguém repare muito nele, ter senso de humor nem sempre é bom nessas horas.

Citação :
Lucia: Olha para todos com cara de: “ O que eu estou fazendo aqui?” A mesma se vira de costas e abre a porta. -- Ah só devia ser você Walter. Entre logo com os pertences deles.

“é Lucia uma bela noite para servir o Cross não é mesmo? Pode ter certeza de que vou me lembrar disto nas nossas conversas no Elísio”

E o sorriso bobo continuava nos lábios, e aos poucos ia desaparecendo realmente era uma noite de piadinhas e comentários mentais.

O homen que antra na sala, por seu estilo e porte de cara John deduziu que era uma ventrue, não o conhecia então o fitou com os olhos para tentar pegar seus traços mentalmente, John gostava de ter os traços de quem conhecia na mente era algo que fazia desde criança.
O ventrue que antes havia dito seu suposto apelido com sendo “birdeye” entra na sala com uma matela e algo parecido com um suporte e dá uma boa olhada em John, o malkaviano e o “homen de ação” e começa a falar.

Citação :
”. -- Creio que ainda não me conhecem sou Harold Carter, mas todos me chamam de Birdeye. Vocês devem ser o Titus, Chrons e Johnatan. Enfim, sem mais delongas, como o Mister Nicardro havia pedido, trouxe as informações necessárias ao nosso “amiguinho”, o segurança, não foi difícil encontrar, tenho meus contatos na prefeitura que me deixam ter acesso ao banco de dados.

Ele continua e abre sua maleta próximo a dama do casal de cainitas que ali se encontravam retira um notebook e alguns papeis e começa a entregar alguns papeis a todos.

Citação :
. -- Agora temos informações suficientes do segurança.

E pega o computador e por no seu colo e ligando-o em seguida.

E novamente um momento de silencio, John estava lendo o papel que lhe haviam entregado quando a mesma voz em um tom já conhecido e arrogante.

Citação :
Bem ai está a informação que todos pareciam querer... Acho que já deixei claro antes que vou atrás dele antes que dêem a chance do Sabbat agir primeiro. Se eu for esperar a assustada Camarilla decidir agir, vai ser tarde D+ para evitar o pior.

Ele se levantava e de seu modo excêntrico ageitava o chapéu e se dirigia a porta de saída

Citação :
- Então se alguem tiver algo a dizer que diga agora... Ou não, heh.

Apesar de suas palavras firmes seus passos pareciam lentos para alguém com tanta certeza doque quer.
Jonh percebendo os passos não tão firmes quanto as palavras do cainita se sente tentado a seguir junto porem decide ficar mais um pouco para descobrir oque os outros iriam decidir sobre que ações tomar no fim ele não queria ir sozinho enfrentar não se sabe quantos do sabá.
Todos pareciam estar pensando e outra onda de silencio toma conta da sala antes tão tumultuada de palavras e opiniões, olhando para os rostos esperando alguém se pronunciar, ele chega até o homen de porte elegante que estava com a cainita de corpo escultural no vestido azul na hora em que ele começa a falar..

Citação :
-- Irei me retirar, não demoro, peço a licença de todos.

Ele pronuncia essas palavras, beija sua companheira e vai para o quarto reservado e troca de roupa..

“É acho que ter esperado foi uma boa decisão”

Quando de um quarto mais afastado sai Titus falando de maneira aparentemente feliz e um pouco obscura

Citação :
-- hahaha.. Meus amigos agora tudo muda de figura... além de ser uma testemunha ocular, ele também apresenta algum tipo de perturbação. Tenho que vê-lo para ser se tem algum potencial!!! Irei visitá-lo também.

Jonathan então já apanhando a mochila e colocando-a nos ombros fala.

--Então acho que é isto, Creio que só faltam as damas, não é mesmo? John fala de maneira amistosa dirigindo um rápido olhar para Alieem a bela dama de traços tão suaves e inocentes e ao voltar seus olhos para a outra de olhar frio e dona de uma beleza sem igual continua.
--Alguem tem alguma sugestão de mais onde poderíamos começar a procurar? Iria ser bom se nos dividíssemos para adiantar as coisas, e também poderiam me dar seus números de celular ? O sorriso que tanto insistirá para ficar nos lábios agora estavam acomodados como se nunca tivesse saído dos lábios de Jonathan.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Abr 25, 2010 10:02 pm

Aileen Silverfangs estava só, em seu quarto. Estava sentada na beira de sua cama, contemplando sua mochila ainda fechada. Seus cabelos castanhos-avermelhados formavam uma cortina lisa, encobrindo seu rosto. Um suave movimento para os lados logo põe as mechas atrás de seus ombros eretos, mostrando um colo alvo e imaculado. Seus olhos meigos se voltam indecisos para o telefone, e para o papel que se encontrava ao lado. Ajusta a toalha em seu corpo, eu rosto inclina de leve para um lado, pensando. Levanta-se da cama e vai até a sua mala, procurando algo que lhe caísse bem, não fazendo feio diante de vampiros tão garbosos, enquanto repassa mentalmente suas atitudes de há pouco...

--------------------------------


Spoiler:
 

Aileen quase riu, sarcástica.
Ora, ora, o francesinho quer dar uma de lobo solitário! Idiota.”


Spoiler:
 


-- Prazer em te conhecer, mister Nicardro. – seu rosto se curva graciosamente para frente, cumprimentando-o.
Seus olhos castanhos estavam confusos, e devidamente abaixados; não compreendiam o fascínio que o ancião exercia sobre ela. Fecha os olhos por um segundo, e quando os abre vê o Darios se dirigindo à sua amante. Sente-se abandonada por uns segundos, só faltou abrir a boca em protesto. Pisca novamente seus olhos castanhos, e logo era Aileen, uma simples neófita que nada sabia, e não poderia contar com ninguém. Respira fundo e volta a observar os outros.


Spoiler:
 

Se Aileen não estivesse tão tensa, iria rir de tudo aquilo.
Coitado do criado...” ·
Pega o papel, e lê atenciosamente. Lamenta pela situação do vigia noturno.
Deve ter uma família, quem sabe não era um bom pai? Um marido dedicado? Um filho amoroso?


Spoiler:
 

Os olhos castanhos semicerram, em reprovação.
Pára com esse olhão para cima da vampira! Ela tem namorado, rapaz! Que falta de educação!


Spoiler:
 


Aileen olha de soslaio para o Delacroix, mas nada diz.
PUFFFFF! Olha o outro, se achou O TAL! Quer bancar o macho da matilha. Agora entendo o que querem dizer quando dizem que os anos não mudam uma pessoa...

Spoiler:
 



Aileen sorri para Darios, aprovando sua beleza sobrenatural, realçada pelo traje.


Spoiler:
 



Aileen franze sua testa, tentando entendê-lo.
Potencial... para quê? Outro para entrar em nosso grupo? Não entendo esses vampiros. Não gostam de andar juntos, mas parece que fazem questão de manter o que não gostam próximos de si. Como uma mulher mantendo a possível amante de seu marido debaixo de seu nariz.

Spoiler:
 


Aileen Silverfangs volta seu olhar gentil sobre o Jonathan, quando este se referiu às damas, e percebe o olhar furtivo deste sobre ela. Sorri de volta, sem graça.


É só impressão minha ou ele parece que se interessou por mim? Não, impressão só, não sou tudo isso para chamar a atenção de um vampiro. Com certeza vampiros como ele devem se sentir atraídos pelo “Anjo de Gelo”, a amada do “Velho Bonito” ali. Nossa, como eram mesmo os nomes deles? Angelique Spencer e Darios Nicandro. Aquele é Titus, o Louco Simpático, Jonathan, o Folgado, Delacroix, o Pretensioso, e acho que é só o que me lembro. E aquele Ariel Cross, o misterioso que manda. Preciso perguntar a ele. Esta é minha deixa para ir ao quarto...

--
Pois bem...
Em cada sílaba, em cada ondulação de sua voz, o sotaque britânico era evidente. Olha para todos à sua volta, desejando que sua voz estivesse no volume certo, em um tom adequado; não queria parecer arrogante nem fracote. Pisca devagar, e seus olhos castanhos brilham, meigos. Revela sua alma neles. Mesmo amaldiçoada ainda se sentia humana, mulher; não pretendia perder essa natureza gentil tão cedo. Afasta os cabelos para trás com um suave movimento das mãos, revelando um colo alvo e imaculado.

-- Como o sr. Jonathan bem salientou, só faltava a mim me arrumar. Se me dão licença, vou para o quarto ali. – Aponta involuntariamente para o seu próprio quarto, e logo abaixa, se arrependendo de um gesto tão leviano. Olha para si mesma, se avaliando por um segundo. Estava puída, precisava de um bom banho e roupas decentes. – Pois bem... Já volto.

Com um suspiro, caminha até o seu próprio quarto, tentando ignorar os olhares que atraíra.

----------------------------------



Com uma calça jeans de lavagem escura e uma blusa social branca feminina, e um casaco de lã azul em seu braço, logo calça sapatilhas de xadrez, e sua mão direita vai até o papel que estava ao lado do telefone. A outra mão tira o fone do gancho, e seu indicador vai clicando na seqüência de números contidos no papel. Coloca o fone em seu ouvido, e espera para falar com o Ariel Cross e fazer uma pergunta simples. Ela poderia ser a mais frágil do grupo, mas sem dúvida não era a menos corajosa.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Seg Abr 26, 2010 11:30 pm

Chrysler Building | Aposentos dos Hospedes 19/03/1999 - 12:20 AM

Após a distribuição dos documentos para todos. Cada um ali analisa o conteúdo a sua maneira, provavelmente este homem sabe de algo que realmente possa auxiliar a “caçada” imposta de Cross. Como muitos sabiam (e muito bem) por sinal, o conflito com a Camarilla e o Sabá se perdura muitos séculos. Mas o que era mais surpreendente, é que Los Angeles havia caído, agora Manhattan também ameaçando se despedaçar... Seria um plano para o Sabá finalmente dominar a America do Norte?

Enfim, um circulo formado com alguns membros fora da tão “querida seita”, outros membros fieis a mesma. No entanto um Assamita em questão lia o documento em mãos, atento com cada entrelinha contida sobre o tal Nicolas. Era de se esperar que fosse o primeiro a se pronunciar.

@ Chrons Delacroix

Spoiler:
 

A atitude de Delacroix chama a atenção daqueles que estavam em sua volta, porem correto, é como dizem: “Quanto menos falar melhor e agir por conta própria será perfeito.” Este sabia que alguém iria se pronunciar no fim.

@ Darios Nicardro

Spoiler:
 

Enquanto ele se distanciava de sua Amada, ela o fita sobre cada gesto até este adentrar ao aposento sem nada dizer, estava aguardando que fosse se retirar , em seguida ela faria o mesmo, tirar seus trajes para acompanhar os demais.

Spoiler:
 

Por fim um elegante, sobretudo tão negro quanto às noites obscuras, recai por cima das vestes que havia escolhido para a ocasião, um traje elegante, porem chamaria menos atenção para seguir com todos em busca das respostas. Provavelmente a noite poderia ser surpreendente não somente ao Guardião, como a todos que estão ali.

@ Titus Kollen

A escuridão dava inspiração as trevas contidas no doce sabor de sua loucura, não havia nada, somente ele, a escuridão e seus pensamentos mais insanos.

Spoiler:
 

Ele estava risonho e sua face demonstrava a alegria da notícia que acabara de ter. Quem sabe, Titus poderia ter mais um interno para seu Hospício aquela noite. O mundo oferece diversas oportunidades, quem sabe está não era uma ao Lunático Titus?

@ Jonathan Belaqua e Alieen Silverfangs

Spoiler:
 

Spoiler:
 

Alieen com o seu jeito meigo encanta o Toreador e fotografo, não somente por sua beleza, mas com o jeito mais delicado que esta demonstra a todos. Porem ninguém sabia ao certo se ela está demonstrando sua verdeira natureza ou “usando uma mascara” para ocultar seu verdadeiro eu e ganhar a confiança de todos. Afinal neste mundo de trevas, nada aparenta o que realmente seja. Enquanto a maioria dos convocados já estavam prontos para partir, Silverfangs adentra ao dormitório desegnado a ela. Havia uma belissma cama totalmente clean, travesseiros, colchas aparentes bordadas a mão, a cama era de metal, porem brilhante.

Passaram dez minutos, Alieen já estava pronta, porem havia um criado mudo juntamente com um aparelho de telefone sem fio:

Spoiler:
 

O telefone chama... chama... chama... até que finalmente:

Ariel: -- Alo!? – Sem duvidas era a vóz de Cross na linha, ele havia feito uma pausa...
Ariel: -- No momento não posso atender, deixe seu recado após o sinal. – Desliga.

Questões mais uma vez entravam sobre a mente de Alieen, por onde Cross estaria? E por que raios o celular deste cara está desligado?

@ Todos

Chrysler Building | Aposentos dos Hospedes – 19/03/1999 - 12:30 AM

Enquanto todos esperavam, neste meio tempo Angelique também havia se retirado, obviamente os demais estão sentados, alguns se entreolhavam, ah mulheres... mesmo sendo cainitas ainda sim são mulheres... Haviam se passado exatos dez minutos, finalmente uma das portas abriu completamente. Angelique finalmente está pronta, com o cabelo preso por um elástico, um tipo de top vermelho revelando seu abdômen quase nu, calça jeans preta e levemente justa, sobre a calça está com suspensórios presos ao cós baixo que iam do abdômen ao ombro, luvas que deixam amostra parte de seus dedos, botas de couro da mesma cor da calça, porem sem salto. Está com 2 colderes, um sobre as costas que apóia suas chromes de 9mm, e o outro sobre a cintura que de imediato Chrons reconhece o modelo da arma. Sobre o braço direito está seu sobretudo dobrado.

Angelique: -- Então decidiram trabalhar todos juntos ou vamos ter que nos dividir? – Primeiro olhou para Delacroix em seguida a Darios, logo ao John e por fim Titus. -- Agora que eu notei, onde está aquela garota? – Lentamente desdobra a peça e a coloca deixando recair sobre o corpo, finalizando ao deixar a aba para cima.

Birdeye: Carter está jogando Tetris no seu notebook enquanto Titus sentado na berada do sofá esta observando as jogadas, até que ele encerra o jogo. -- Acho que ela ainda está se trocando... – Este fora interrompido com o som da porta se rangendo.

Alieen havia saído do quarto, estranhamente emburrada, o que ela fez durante todo este tempo para estar com essa cara?

Finalmente o Circulo está pronto para a jornada em busca de Nicolas Baker, talvez ele poderá ser uma das peças do quebra-cabeça.

Lucia: -- No Subsolo há alguns veículos que vocês podem usar para a busca deste homem, como já estou com os números dos seus celulares, se por ventura ocorrer algo, vou chama-los de imediato. Por Favor me sigam.


Chrysler Building | Subsolo 19/03/1999 - 12:35 AM


Sondtrax: dBridge - Inner Disbelief

O Elevador abre as portas com o sinal que todos escutam, Lucia é a primeira a caminhar, conforme esta pisa, o som de seus saltos batendo sobre o piso dava um ar de graciosidade a Toreador. Todos a Seguiam, inclusive Birdeye ao seu lado, Angelique e Darios como sempre de mão dadas, conforme a luz refletia sobre a aliança de ambos, o brilho fica cada vez mais intenso.

Em seguida John e Alieen caminhavam juntos, esta se mantinha calada enquanto ele sorri de maneira simplória, carregando sua mochila com seus equipamentos.

Titus caminha sozinho com um sorriso insano sobre os lábios e com as mãos entre os bolsos de seu casaco, sem nada a dizer, porem entusiasmado com a suposta testemunha.

Chrons sendo o ultimo, também se mantêm calado, a nunca coisa que poderia ser vista são seus olhos tão vermelhos quanto o vitae. Arrogância e excentricidade era o que sempre demonstrava perante os outros.

Havia diversos carros de varias marcas, Ferrari, Jaguar, BMW enfim, mas três modelos em questão chamaram a atenção de todos.


Brabus Widestar ML63 – Mercedes Benz


Nissan GT-R


Audi A8

No entanto cabe a todos decidirem se irão trabalhar juntos ou separados... a caçada ao suposto terrorista está apenas começando.

Obs: Topíco formatado e corrigido.

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Maio 16, 2010 11:20 pm

Darios já estava pronto e agora era guiado por Lucia até o subsolo do requintado prédio. Nada mais havia dito desde que havia voltado do quarto.
Foi a primeira vez que o Guardião pode entrar em um território tão domesticado pelos Cainitas da Camarilla e não se obrigou a forçar sua saída, usando de meios não convencionais para salvar sua pele e limpar a possível bagunça dos membros ganancioso que esta seita conserva em suas imortais fileiras de poder.
Ele não estava alheio aos acontecimentos da noite, nem demonstrava estar assim. Mesmo tais assuntos não lhe dizendo o devido respeito, viajar era parte de sua obrigação como Inconnu, aprender e passar seu grande conhecimento aos demais, era para ele, um prazer a qual poucos poderiam compreender.



"Espero que Sarah esteja sendo bem cuidada, estranho Angelique a deixar nas mãos da Camarilla sem maiores preocupações, mesmo Sarah sendo uma Toreador, confiar neles nunca é prudente.
E este atentado, como tudo isto se passou e ninguém viu nada? A mídia do mundo inteiro cobriu tal espetáculo, seria realmente impossível de se esperar que ninguém tenha visto, flagrado nada... Preferia ir a pé, mas devido as circunstâncias, a pressa dos mais jovens é justificável."


-- Calma, deixe que escolham os veículos que mais os agrada. - Para de caminhar e fala para Angelique, sem olhar para mesma, seus olhos se perdiam a frente, mas com um sorriso ele fita a dama que a muito "vivia" a seu lado. Agora cuida os demais de maneira educada e discreta, e se dirige a Aileen e Jonathan que estavam mais a frente.
-- Srta. Aileen, espero que não se importe de chama-lá pelo nome, mas ainda não sei seu sobrenome, Sr. Belaqua é um prazer. - Sorri de maneira educada e levemente descontraída para os dois filhos de Caim.
Não estava tentando realmente ser formal, educação era um presente que entregava de graça a todos, mas uma postura totalmente formal nem sempre era bem vinda.

-- Gostariam de nos acompanhar? Creio que não a tantos para ocupar todos os veículos, afinal somos apenas sete. E gostaria de lhe falar um momento Srta. - Fala diretamente a Aileen, sem se importar com interpretações equivocadas ou desnecessárias. A jovem possuía algo que rapidamente se esvaia nos demais de sua espécie, humanidade, e era isto que Nicardro esperava poder preservar, sua integridade ao guiar seus passos.

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Maio 16, 2010 11:58 pm

Citação :
O telefone chama... chama... chama... até que finalmente:

Ariel:-- Alo!? – Sem duvidas era a vóz de Cross na linha, ele havia feito uma pausa...
Ariel:-- No momento não posso atender, deixe seu recado após o sinal. – Desliga.

Questões mais uma vez entravam sobre a mente de Alieen, por onde Cross estaria? E por que raios o celular deste cara está desligado?



Os olhos castanhos de Aileen se avermelham e os caninos se sobressaem, revelando de imediato sua irritação.

Arre,filho da p... Ele diz que podia ligar a qualquer momento, e agora vem e desliga na minha cara? Na MINHA CARA? Como se eu fosse um mero objeto! Sim, sou neófita, mas ainda não perdi minha alma, seu... seu sanguessuga!

Logo os olhos se semicerram, e as presas retraem.

F***- se ele também. Tenho mais o que fazer!


Bate o fone no gancho, se levanta e abre a porta do quarto, saindo.


Citação :
Angelique:-- Então decidiram trabalhar todos juntos ou vamos ter que nos dividir? – Primeiro olhou para Delacroix em seguida a Darios, logo ao John e por fim Titus. -- Agora que eu notei, onde está aquela garota? – Lentamente desdobra a peça e a coloca deixando recair sobre o corpo, finalizando ao deixar a aba para cima.

Birdeye:Carter está jogando Tetris no seu notebook enquanto Titus sentado na berada do sofá esta observando as jogadas, até que ele encerra o jogo. -- Acho que ela ainda está se trocando... – Este fora interrompido com o som da porta se rangendo.


Alieen havia saído do quarto, estranhamente emburrada, o que ela fez durante todo este tempo para estar com essa cara?

Seus passos fortes logo se tornam audíveis, e ela logo se aproxima do grupo, assumindo uma postura altiva, como se estivesse pronta para algum embate, alguma batalha... Seus olhos vagam pela sala, sem se fixar nos membros. Solta um suspiro, tentando se acalmar e tirar aquele zumbido de irritação em sua mente. A agora nem tão gentil Silverfangs se lembra de onde se encontrava e a situação, e olha para todos, mal humorada.

Hunf. Estão olhando o quê? Ah, que vontade de responder a eles desta forma. Mas eles não têm nada com isso. Vou me acalmar, e vamos trabalhar em equipe...

Solta um suspiro e tenta desanuviar a fisionomia carrancuda.


Citação :
Em seguida John e Alieen caminhavam juntos, esta se mantinha calada enquanto ele sorri de maneira simplória, carregando sua mochila com seus equipamentos.
Esse jornalista está sempre sorrindo. Qual seria o motivo para tamanha alegria... ou falsidade? Estou de saco cheio. Quero voltar a ser humana, a acreditar que ainda tenho alma, que vou ao paraíso quando morrer... Por que não posso mais envelhecer? Por que raios sou uma vampira, não uma bruxa ou um lobisomem? Por que não posso viver simplesmente como ser humano?

Logo se encontram no subsolo, e Aileen por um momento se assusta com tantos modelos reluzentes, potentes... Dá um sorriso triste.

Para quê exibirem tanto a riqueza? Por que não mostram se têm coração? Por que não tentam encontrar um sentido na vida além de beber sangue? Por falar em sangue, acho que vou ficar com fome daqui a pouco...

Os olhos castanhos estavam arregalados, passendo por entre os rostos pálidos. Não queria caçar humanos. Não queria entrar em frenesi, como os vampiros chamam. Nunca deixara a Besta dominar, mas tinha primeira vez para tudo. E aquela não era uma boa hora.




Citação :
-- Calma, deixe que escolham os veículos que mais os agrada. - Para de caminhar e fala para Angelique, sem olhar para mesma, seus olhos se perdiam a frente, mas com um sorriso ele fita a dama que a muito "vivia" a seu lado. Agora cuida os demais de maneira educada e discreta, e se dirige a Aileen e Jonathan que estavam mais a frente.
-- Srta. Aileen, espero que não se importe de chama-lá pelo nome, mas ainda não sei seu sobrenome, Sr. Belaqua é um prazer. - Sorri de maneira educada e levemente descontraída para os dois filhos de Caim.
Não estava tentando realmente ser formal, educação era um presente que entregava de graça a todos, mas uma postura totalmente formal nem sempre era bem vinda.
-- Gostariam de nos acompanhar? Creio que não a tantos para ocupar todos os veículos, afinal somos apenas sete. E gostaria de lhe falar um momento Srta. - Fala diretamente a Aileen, sem se importar com interpretações equivocadas ou desnecessárias. A jovem possuía algo que rapidamente se esvaia nos demais de sua espécie, humanidade, e era isto que Nicardro esperava poder preservar, sua integridade ao guiar seus passos.



Aileen olha assustada para o Darios. Instintivamente, toma uma postura defensiva e responde com uma voz estranhamente baixa e aguda:

-- Silverfangs, mister Nicardro. Não esqueça de novo, eu já te disse.

Ela olha para os lados, e percebe que sua reação foi inconveniente, se não exagerada. Dá um sorriso sem graça, e tentando ignorar os olhares dos outros, se aproxima de Darios, e tenta controlar o timbre de sua voz, evitando que se torne aguda demais, embora ainda soasse como um murmúrio:

-- Desculpe, é que eu não sei onde encontro saquinhos de sangue, e estou com medo de ficar com fome e perder controle. – Pisca os olhos, tenta se concentrar aonde estavam – Ah sim, depois que eu tomar o “suquinho vermelho”, e você ainda quiser, eu terei prazer em acompanhar vocês. – Olha para a Angelique com um sorrisinho tímido e envergonhado. Logo olha para o chão, envergonhada, e se surpreende por sentir suas mãos frouxas nos bolsos de sua calça jeans. Estava mesmo nervosa.

-- Sei que não é uma boa hora, mas onde encontro uma bolsa de sangue? Só me diz, e eu vou sozinha, e encontro vocês depois. Eu pego o número de celular com alguém, sei lá, e pergunto onde vocês estão. Ah sim, você queria falar comigo? Porquê, algo de errado comigo?

Os olhos castanhos observam atentos e cautelosos os de Darios, e Aileen se descobre perguntando se era uma ameaça. Já ouvira falar da lendária sedução dos vampiros, como convenciam a vítima a confiar neles. E ela queria confiar, queria mesmo. Mas não; a arte da prudência e cautela era algo que sua senhora ensinara e muito bem.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Seg Maio 17, 2010 4:30 pm

Jonathan havia feito uma pergunta para os demais cainitas e esperava suas respostas, procurava nos rostos algo que indicasse alguma expressão de que alguém fosse se pronunciar, mas não parecia que iriam responder.

“é, parece que o clima voltou a ficar pesado, se é que realmente saiu deste estado”

Quando a Cainita companheira do “senhor” de cabelos brancos retorna a sala com seus trajes, Jonathan quase que imediatamente volta seus olhos para a mesma, se impressiona, realmente era uma beleza única, a beleza sempre intrigou John, uma das poucas verdades deste mundo, ele sempre dizia, ela estava colocando um sobretudo com todo seu charme.

“linda, porem acho o estilo um pouco exagerado, mas lindo do mesmo jeito”

Ele desvia o olhar, não queria chamar muita atenção, enfim não era algo benéfico arrumar briga com o companheiro dela, sentado no sofá nem percebe a pergunta da dama, estava mergulhado em seus pensamentos.

“tomara que o “homem de ação” não se esbarre conosco, ou pelo menos comigo, tão cedo, aqueles olhos, muito estranhos”

Finalmente a cainita de traços suaves e doces sai de seu quarto, a feição parecia perturbada por algo, aquela era uma mulher bem intrigante.

“a única palavra que me vem em mente no momento para descrever ela, segredos, muitos segredos por traz desta suavidade toda, claramente havia algo por acontecendo, alguém não ficava assim tão fácil, ao menos comigo não é assim, esse maldito sorriso que não sai de meus lábios”

Era irritante aquele sorriso, chegava a ser estranho um ser que vive pela dor dos outros viver como se estivesse sempre feliz, mas ele sempre achava uma piada subtendida no caos do mundo, e quando não no mundo ao redor era nele mesmo que encontrava a graça.

--pronto todos aqui. Ele disse pra si mesmo quando Aileen chegou mais próxima do grupo.

Citação :
Lucia: -- No Subsolo há alguns veículos que vocês podem usar para a busca deste homem, como já estou com os números dos seus celulares, se por ventura ocorrer algo, vou chama-los de imediato. Por Favor me sigam.

“pelo menos não preciso ir pegar o meu carrinho, acho que todos iriam ter uma visão ruim de mim quando vissem meu veiculo, não sou tão rico quanto eles”

Quando o elevador fez-se soar todos foram em sua direção, John se pôs ao lado de Aileen, não por vontade, mas sim por conveniência do destino, ele se controlava para não falar algo desnecessário, a cainita estava com um ar emburrado e não seria ele que daria motivos para ela estourar essa raiva, então caminhou tranquilamente rindo da situação.

“droga ,acho que hoje não um dia bom para se ter bom humor”

Chegando ao seu destino, chegam ao local onde se encontravam vários veículos, marcas, estilos, a camarilla e seu glamour.

“vampiros e sua tendência a se fantasiarem de humanos superiores”

Estava ainda observando o lugar, um lugar novo sempre estimulava a imaginação de John, impulsos sobre ângulos, poses, modelos, iluminações, possibilidades fervilhavam em sua mente.

“ será que só eu aqui pode ver a beleza na disposição deste lugar?”

John estava ao lado de Aileen quando Darios os aborda e começa a falar.

Citação :
- Srta. Aileen, espero que não se importe de chama-lá pelo nome, mas ainda não sei seu sobrenome, Sr. Belaqua é um prazer. - Sorri de maneira educada e levemente descontraída para os dois filhos de Caim.
Não estava tentando realmente ser formal, educação era um presente que entregava de graça a todos, mas uma postura totalmente formal nem sempre era bem vinda.
-- Gostariam de nos acompanhar? Creio que não a tantos para ocupar todos os veículos, afinal somos apenas sete. E gostaria de lhe falar um momento Srta. - Fala diretamente a Aileen, sem se importar com interpretações equivocadas ou desnecessárias. A jovem possuía algo que rapidamente se esvaia nos demais de sua espécie, humanidade, e era isto que Nicardro esperava poder preservar, sua integridade ao guiar seus passos.

-- eu não vejo poblema, já que oferece deste modo... John percebe a vontade do jovem senho de falar com a cainita e interrompe suas palavras.

“e mais uma vez ignorado, é por essas e outras que prefiro lidar com humanos”

--se me dão licença.. John fala dando um passo para traz e seguindo em direção a Lucia

Chegando próximo de Lucia, faz um gesto com a mão como se estivesse fazendo algo que os dois já conheciam, uma piada quem sabe?.

--Lucia, Lucia minha adorada companheira artística, poderia me fazer um favor adicional?

John falava em tom tranqüilo, quem olhasse rápido poderia imaginar uma criança pedindo um doce para sua mãe, ele por um momento fez um olhar carinhoso e logo depois deixou escapar uma risada descontraída.

--Você me mandou tirar fotos não foi? Então estão aqui as suas, porem tenho algumas fotos que tirei para minha coleção pessoal poderia mandar revelar, se não conseguir ao menos guardar para mim?Vai poder me ajudar querida?

John já estava pegando o filme da câmera em sua mochila e esperando a resposta de Lucia,
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Maio 20, 2010 1:19 pm

Titus saia do elevador empolgado, pouco dava importância para aqueles que estavam ao seu lado. Na verdade, estava concentrado demais no seu alvo para perder atenção com cainitas que até o momento não demonstravam nenhum sinal de qualquer tipo de desequilíbrio mental que lhe causasse fascínio.

Talvez, a única do grupo que lhe pudesse chamar atenção fosse Aileen. Devido ao fato de ser neófita, e ainda estar se acostumando com o fato da vida eterna, talvez pela vontade de ainda ser humana, talvez pelos novos horizontes que foram descortinados para ela. Titus já tinha visto muitos vampiros sucumbirem à loucura pelos simples fato da "transformação".

Porém, Titus não se apegou muito à neófita e estava a olhar os carros na garagem. Titus era um tanto quando criterioso na escolha de seus automóveis, eles tinham que ter certas semelhanças ou particularidades que lhe chamassem atenção.

Foi assim, que escolheu o Audi A8, ele tinha certas características que lhe chamavam a atenção.

--Humm.. todo preto, discreto, bom conforto... -- Parece até carro de funerária, hahahah!!! - uma voz se intrometia no pensamento de Titus levando-o a sorrir.

--SIm.. é este!! - disse confiante e sorridente para os resto dos "amigos" vampiros.

Ele pediu para que Lucia lhe entregasse a chave do carro. Estava muito ancioso para deixar ser guiado por motoristas. Ele queria tomar as rédeas da situação e conversar logo com o segurança perturbado.

--E então, quem vem comigo?? -- disse para o restante dos cainitas ali presentes. Na verdade, a resposta que queria ouvir era ninguem, pois com isso não perdia muito tempo.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Maio 21, 2010 2:55 pm

Citação :
Angelique: -- Então decidiram trabalhar todos juntos ou vamos ter que nos dividir? – Primeiro olhou para Delacroix em seguida a Darios, logo ao John e por fim Titus. -- Agora que eu notei, onde está aquela garota? – Lentamente desdobra a peça e a coloca deixando recair sobre o corpo, finalizando ao deixar a aba para cima.


A face de Chrons era tomada por um sorriso oculto pelo sobretudo. Com uma voz suave porém de certa forma convencida ele respondeu...

- Normalmente você sabe a resposta para esta pergunta, Ma Chérie. Porém, a Camarilla está pagando. - Ele levantava as mão até as alturas dos ombros - Farei uma exceção para o seu caso. Eu entendo como você ainda se preucupa com sua 'reputação' dentro desta ... Seita.

De certo modo, ele parecia diferente, até mesmo estranho para quem o conhecia. Ele acaba de concordar em trabalhar em equipe? Infelizmente aquela não seria a hora ideál para pensar sobre isto. Depois de passar tantos anos olhando para aquele rosto, apenas a mudança da expressão de seus olhos já diziam a Angelique ele estava a sorrir.

Porém ao mencionar a garota , os olhos do mesmo corriam para o canto de seu rosto, focando a porta pela qual a mesma havia sumido . Ele havia notado a inquieta observação que a garota fazia... Apenas aqueles que possuem tantos segredos a esconder quanto a pessoa a quem eles observam , conseguem ser tão discretos em seus olhares como ela achava que era. Ele estava intrigado, porém , mais uma vez não era o momento para isto...

-/-/-/-

Chegando ao subsolo do magnífico Chrysler Building , Chrons sentia-se aliviado por sair daquele elevador perto de tantos... ... Outros. Apenas repetir isto em sua mente já fazia ele rir por dentro.

- Eu possuo meu próprio transporte. Sejam breves ... irei na frente para me certíficar que o pacote não seja movido enquanto vocês brincam de escolher automóveis.

Delacroix então caminharia para a saida da garagem no subsolo para sua moto estacionada a frente do Chrysler. Retiraria o féltro vermelho da cabeça colocando-o em um suporte que parecia ter sido feito exatamente para ele na lateral do veículo. Montando na moto , ele coloca um óculos escuro e prepara-se para patir...

Seguiria seu caminho afrente deles ou se eles fossem rapidos o bastante, acompanharia-os durante o percusso de maneira indiferente para não levantar suspeitas. Muitos alvos faceis em uma caixa não era o modo de viagem favorito do Francês...

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Maio 23, 2010 9:50 pm

Diversos locais – 19/03/1999 - 12:40 AM

A noite está agitada, sobre o circulo formado a tensão paira sobre eles como um fardo interminável, para outros, tão pouco indiferente, talvez até divertido.
Por mais tenebroso pelo fato do suposto atentado ter ocorrido no Majestic Theather, a cidade está completamente vazia. Manhattan é uma das metrópoles neste mundo que nunca param, porem agora tão silenciosa, nem de relance se parecia à grandiosa cidade a qual todos estavam acostumados.






Nuvens percorrem o céu, assim esfriando a temperatura...
Em poucos minutos uma leve e fina garoa desce sobre os céus de Nova York, encharcando o concreto sobre o chão, prédios e etc.

Chrysler Building | Subsolo – 19/03/1999 - 12:47 AM

@ Darios Nicardro e Alieen Silverfangs

Enquanto isso o circulo ainda reunido escolhiam seus veículos, Darios como um “Gentleman”, aguardava pacientemente a decisão de todos.

Citação :
-- Calma, deixe que escolham os veículos que mais os agrada. - Para de caminhar e fala para Angelique, sem olhar para mesma, seus olhos se perdiam a frente, mas com um sorriso ele fita a dama que a muito "vivia" a seu lado. Agora cuida os demais de maneira educada e discreta, e se dirige a Aileen e Jonathan que estavam mais a frente.

Angelique: -- ... – Ao ouvir Darios lhe pedindo calma ela nada diz. “Nós precisamos ser mais rápidos...” Logo observa a todos conversarem enquanto continua calada, sem muito o que fazer.


Citação :
-- Srta. Aileen, espero que não se importe de chama-lá pelo nome, mas ainda não sei seu sobrenome, Sr. Belaqua é um prazer. - Sorri de maneira educada e levemente descontraída para os dois filhos de Caim.
Não estava tentando realmente ser formal, educação era um presente que entregava de graça a todos, mas uma postura totalmente formal nem sempre era bem vinda.
-- Gostariam de nos acompanhar? Creio que não a tantos para ocupar todos os veículos, afinal somos apenas sete. E gostaria de lhe falar um momento Srta. - Fala diretamente a Aileen, sem se importar com interpretações equivocadas ou desnecessárias. A jovem possuía algo que rapidamente se esvaia nos demais de sua espécie, humanidade, e era isto que Nicardro esperava poder preservar, sua integridade ao guiar seus passos.

Citação :
Aileen olha assustada para o Darios. Instintivamente, toma uma postura defensiva e responde com uma voz estranhamente baixa e aguda:

-- Silverfangs, mister Nicardro. Não esqueça de novo, eu já te disse.

Ela olha para os lados, e percebe que sua reação foi inconveniente, se não exagerada. Dá um sorriso sem graça, e tentando ignorar os olhares dos outros, se aproxima de Darios, e tenta controlar o timbre de sua voz, evitando que se torne aguda demais, embora ainda soasse como um murmúrio:

-- Desculpe, é que eu não sei onde encontro saquinhos de sangue, e estou com medo de ficar com fome e perder controle. – Pisca os olhos, tenta se concentrar aonde estavam – Ah sim, depois que eu tomar o “suquinho vermelho”, e você ainda quiser, eu terei prazer em acompanhar vocês. – Olha para a Angelique com um sorrisinho tímido e envergonhado. Logo olha para o chão, envergonhada, e se surpreende por sentir suas mãos frouxas nos bolsos de sua calça jeans. Estava mesmo nervosa.

-- Sei que não é uma boa hora, mas onde encontro uma bolsa de sangue? Só me diz, e eu vou sozinha, e encontro vocês depois. Eu pego o número de celular com alguém, sei lá, e pergunto onde vocês estão. Ah sim, você queria falar comigo? Porquê, algo de errado comigo?

Os olhos castanhos observam atentos e cautelosos os de Darios, e Aileen se descobre perguntando se era uma ameaça. Já ouvira falar da lendária sedução dos vampiros, como convenciam a vítima a confiar neles. E ela queria confiar, queria mesmo. Mas não; a arte da prudência e cautela era algo que sua senhora ensinara e muito bem.

Angelique: -- Hum... Lady Silverfangs... – Finalmente havia se dirigido a Alieen, porem seu sotaque Britânico é tão perecepitvel quanto o da jovem Brujah. -- Eu não deveria facilitar as coisas para você, mas... espero que isto lhe ajude. – Angelique com o braço direito enfia a mão sobre seu sobretudo e parece estar procurando algo até que finalmente encontra. Ela retira um pequeno saco contendo o alimento tão precioso para todos, provavelmente de um banco de sangue da cidade, ela joga o saco sobre as mãos de Alieen que pega de forma desajeitada.

@ Jonathan Belaqua

Citação :
Observando que não havia espaço para si, John decide se retirar perto de Alieen, Darios e Angelique, decidindo então chegar perto de sua adorada amiga Lucia.

--se me dão licença.. John fala dando um passo para traz e seguindo em direção a Lucia

Chegando próximo de Lucia, faz um gesto com a mão como se estivesse fazendo algo que os dois já conheciam, uma piada quem sabe?.

--Lucia, Lucia minha adorada companheira artística, poderia me fazer um favor adicional?

Lucia: -- Ah Claro que sim! – Neste momento a mulher abre um sorriso largo, espontâneo e sincero. -- Diga o que deseja.

Citação :
John falava em tom tranqüilo, quem olhasse rápido poderia imaginar uma criança pedindo um doce para sua mãe, ele por um momento fez um olhar carinhoso e logo depois deixou escapar uma risada descontraída.

--Você me mandou tirar fotos não foi? Então estão aqui as suas, porem tenho algumas fotos que tirei para minha coleção pessoal poderia mandar revelar, se não conseguir ao menos guardar para mim?Vai poder me ajudar querida?

John já estava pegando o filme da câmera em sua mochila e esperando a resposta de Lucia,

Lucia: -- Ah sim, as fotos do evento... posso mandar revelar sim... afinal algumas de suas fotos vão para a próxima exposição no Elíso, aliais estou sentindo falta de ver suas fotos por la. Enfim quando esta crise passar. – O Sorrio some de seu belo rosto, ela suspira um tanto sem animação ao mencionar “crise”.

@ Titus Kollen e Chrons Delacroix

Titus de forma minunciosa e criteriosa finalmente havia escolhido um carro que fosse de acordo com o mesmo, afinal quanto mais discreto, era mais vantajoso não só para ele quanto aos demais.

Citação :
--Humm.. todo preto, discreto, bom conforto... -- Parece até carro de funerária, hahahah!!! - uma voz se intrometia no pensamento de Titus levando-o a sorrir.

--SIm.. é este!! - disse confiante e sorridente para os resto dos "amigos" vampiros.

Ele pediu para que Lucia lhe entregasse a chave do carro. Estava muito ancioso para deixar ser guiado por motoristas. Ele queria tomar as rédeas da situação e conversar logo com o segurança perturbado.

--E então, quem vem comigo?? -- disse para o restante dos cainitas ali presentes. Na verdade, a resposta que queria ouvir era ninguem, pois com isso não perdia muito tempo.

Lucia: Após conversar com seu Amigo John, ela caminha próximo ao Malkavian, que está próximo ao A8 com um sorriso confiante e preciso. -- Bem, Carter ira acompanhá-lo Mr. Kollen, aqui estão às chaves. – Ela retira um pequeno chaveiro com a marca do Carro detalhado sobre o metal polido, juntamente com a chave do automóvel, entregando nas mãos de Titus.

Birdeye: Finalmente havia saído da porta do elevador e caminhava em passos rápidos e precisos em direção de sua “colega” e diz: -- Srta. Hooves eles já decidiram que veículos usar? – Neste momento Lucia não havia respondido sua pergunta por um pequeno detalhe a seguir.

Citação :
Chegando ao subsolo do magnífico Chrysler Building , Chrons sentia-se aliviado por sair daquele elevador perto de tantos... ... Outros. Apenas repetir isto em sua mente já fazia ele rir por dentro.

- Eu possuo meu próprio transporte. Sejam breves ... irei na frente para me certíficar que o pacote não seja movido enquanto vocês brincam de escolher automóveis.

Delacroix então caminharia para a saida da garagem no subsolo para sua moto estacionada a frente do Chrysler. Retiraria o féltro vermelho da cabeça colocando-o em um suporte que parecia ter sido feito exatamente para ele na lateral do veículo. Montando na moto , ele coloca um óculos escuro e prepara-se para partir...

Seguiria seu caminho afrente deles ou se eles fossem rapidos o bastante, acompanharia-os durante o percusso de maneira indiferente para não levantar suspeitas. Muitos alvos faceis em uma caixa não era o modo de viagem favorito do Francês...

Todos observam o excêntrico Chrons caminhar até a saída do subsolo, alguns ficaram surpresos com sua atitude, menos uma pessoa em questão, sua própria prole que o conhecia bem. Ele fora o primeiro a sair com sua moto* do Prédio em direção a sede da Prefeitura.
No entanto...


@ Todos...menos o Chrons

Após a saída do Assamita, Birdeye e Titus já estão dentro da A8, em seguida Angelique e Darios sobre o volante no Brabus Widestar, como Alieen havia optado por ir só, havia lhe sobrado o Nissan GT-R, porem Jonathan resolveu acompanha-la durante o trajeto, em seguida os três carros se retiram do prédio, seguindo para a Prefeitura da cidade, o trajeto dura em torno de 10 minutos sem o transito caótico que Manhattan costuma de forma rotineira.


Exibir mapa ampliado

Ruas de Manhattan – 19/03/1999 - 12:50 AM


Ruas completamente desertas devido ao terror que havia se espalhado pela cidade, aparentemente abandonada, era estranho ver aquele movimento todo ter se exstiguido. Pelos céus nublados de Nova York, a garoa fina encharca tudo ao seu redor, porem com o vento gelado da um toque de calmaria. O Grupo cruza poucos minutos sobre a Broadway tanto a Moto de Delacroix que cortava a avenida entre 200km/h tanto os três carros páreos na mesma velocidade, ao chegarem ao fim da avenida eles viram a direita chegando finalmente no Hall City Park (Parque da prefeitura).


City Hall Park – 19/03/1999 - 01:00 AM


City Hall Park (Parque da Prefeitura)

Finalmente todos conseguiram chegar ao City Hall Park sem dificuldades no decorrer do caminho, Chrons é o primeiro a estacionar e descer da garupa de sua moto, atentamente ele observa ao seu redor, o grande portão de ferro está aberto, porem não havia pessoas ou mesmo algo que fosse anormal, no centro havia o emblema da prefeitura sobre o chão, como no documento que o circulo havia recebido no Chrysler.
A frente do emblema contem um belíssimo chafariz, certamente uma das atrações do parque. Arvores ao redor principalmente a noite dá um ar sinistro, principalmente quando o vento bate sobre as folhas.

Poucos minutos depois os três carros estacionam em frente ao parque, todos se retiram dos carros, cada um olhava e fazia suas próprias analises. Com certeza Johnathan havia se arrependido em não trazer sua câmera, o clima que as arvores criavam a noite daria uma foto e tanto. Mas agora não era o momento para desfrutar o cenário, o circulo reunido novamente sobre o portão de ferro deveriam realizar a busca focando o tal do Nicolas.

Obs: Como vocês não sabem onde está localizado o Segurança, ele pode estar em qualquer lugar do Terreno, perto das escadarias do prédio o mesmo dentro da sede, o que proponho a vocês, observem atentamente tudo, Nicolas pode estar em qualquer lugar fazendo ronda. Recomendo que façam um teste de Percepção + Investigação Dif+7, para tentar encontrá-lo. Lembrem-se que esta área é vigiada por outros seguranças, por tanto cautela. A Personagem Alieen ganhou 1 ponto de Sangue. Chrons não colocou qual o modelo de sua moto na ficha então fica livre a escolha do modelo no próximo post, seja por link ou imagem.

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Seg Jun 14, 2010 9:26 pm

Lançar Dados... Percepção (5) mais Investigação (4); Dif 6*.

* Dificuldade reduzida (-1) pelo uso da Disciplina Auspícios Nível um, Sentidos Aguçados.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Seg Jun 14, 2010 9:26 pm

O membro \'Nort\' realizou a seguinte ação: Lançar dados

\'d10\' : 5, 9, 8, 3, 9, 6, 9, 9, 10
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Seg Jun 14, 2010 11:43 pm

Os dez minutos não foram aproveitados como ele queria, tendo em vista apenas ter uma conversa amigável com Alieen e Jonathan, não gostava de se envolver oficialmente em assuntos que não lhe diziam respeito, mas agora que fora agrupado poderia colaborar e talvez conhecer um pouco mais dos jovens que aglomeravam a fileira interminável da base da Camarilla. Em vez disto agora se encontrava dirigindo com segurança o Brabus Widestar, não era um carro tão chamativo como os demais, mas este tom de preto continha seu charme.
Agora em vez de sondar o passado e o resquício de humanidade em corações gelados, ele se contentava em exibir suas capacidades automobilísticas para Angelique, não que ele se importasse com isto, dirigir nunca fora uma das paixões de Nicardro.
Seus olhos verdes que tentavam se concentrar na estrada a sua frente, sempre acabavam denunciando qual era sua verdadeira paixão, Angelique.


-- Queria tanto assim me ver dirigir? – Pergunta ele em um tom brincalhão, há alguns minutos atrás havia sugerido irem os dois a pé já que Alieen e Jonathan não demonstraram muito animo ao os acompanharem. Mas Angelique como toda Assamita que se preze terminava o que tinha que fazer de maneira rápida e silenciosa, por isto ele sugerira um táxi, não a convencera.
Após estacionar o carro próximo aos demais Darios abre a porta para que sua amada saia e concede o braço para mesma.


-- Que tal começar procurando pelo parque antes de ir diretamente à prefeitura? Não sei se eles iram querer se dividir ou vasculhar sozinho, mas acredito que seria o mais rápido meu anjo. – Enquanto falava ele te observa com desejo, carinho e respeito, ao terminar Darios escuta suas palavras com atenção e volta a esquadrinhar tudo a sua volta buscando não perder nada de vista, seus sentidos aos poucos são ampliados pelo sangue para facilitar sua caça.
(Ativando Auspícios; Nível 1 – Sentidos Aguçados).




Entreato (Autorizado e revisado pela narradora).



Não vendo iniciativa nos demais e compreendendo por que, ele tenta esquadrinhar primeiramente o local até onde seus sentidos ampliados conseguiam, obtendo uma ampla “visão” do que estava ao seu redor. Logo toma um susto ao ver Angelique adentrar o recinto despreocupadamente, sem pensar duas vezes nas conseqüências a segue tentando impedir que ela avance sem mais nem menos por entre o local, logo seu olfato sente o cheiro de colônia barata e cigarro percorrendo o ar, o palpitar de corações distintos, calmos, serenos, dispersos de preocupações.
Com um impulso de preservação Nicardro deixa de se contentar em apenas seguir Angelique e segura com força seu braço na altura do cotovelo esquerdo para que a mesma pare e a vira de frente para ele neste puxão brusco.



-- Espere. – Ele fala sem cerimônias, não dando um aviso apenas para Angel, mas também quem possivelmente tivesse tido coragem para seguir em sua retaguarda.
-- Há dois guardas logo à frente, nenhum deles é quem buscam, o portão da prefeitura estava completamente escancarado, ao que tudo indica estavam nos esperando aqui, seja quem for. E duvido muitíssimo da eficiência da Camarilla em já estar nos esperando por aqui, afinal se estivessem, não haveria por que terem nos enviado. Haja com mais prudência meu anjo... – Ele sorri como se pedisse desculpas pelo pequeno “puxão de orelha” e então caminha em direção aos guardas.
-- Vamos acabar com isto logo já que esta com pressa... – Ele ria por dentro ao brincar com ela, sempre gostara de sua cara de zangada, mesmo quando era para ele.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qua Jun 16, 2010 12:10 am

Citação :
Angelique: -- Hum... Lady Silverfangs... – Finalmente havia se dirigido a Alieen, porem seu sotaque Britânico é tão percepitvel quanto o da jovem Brujah. -- Eu não deveria facilitar as coisas para você, mas... espero que isto lhe ajude. Angelique com o braço direito enfia a mão sobre seu sobretudo e parece estar procurando algo até que finalmente encontra. Ela retira um pequeno saco contendo o alimento tão precioso para todos, provavelmente de um banco de sangue da cidade, ela joga o saco sobre as mãos de Alieen que pega de forma desajeitada.


Aileen Silverfangs sorri aliviada para Angelique. A gratidão em seus olhos era algo que muitos vampiros não veriam com freqüência, pelo menos não focalizados neles.

-- Obrigada, lady Spencer!

Com delicadeza, para não derrubar uma gota do precioso sumo, Aileen destampa a parte de baixo do saco e chupa, seus olhos imediatamente se avermelham. Por pouco não engole o saco, se engasga um pouco. Os cabelos castanho-avermelhados se mexem, suaves, enquanto Aileen enxuga com as costas da mão esquerda sua boca escarlate. Os caninos eram proeminentes, e seus olhos vermelhos deixavam claro que não estava satisfeita. Mas era melhor que nada, então se conformam, e voltam à sua meiguice. Olha para o saco, e a última esperança de uma gotinha sobrando se esvai ao constatar que agora era somente plástico. Bufa, colocando o saco em um bolso de seu paletó.

Quando ela termina, vê que os outros já entravam em seus respectivos veículos; um deles já havia partido com a moto particular dele.


“Hunf, aquele francês é tão metido... Que será que ele tem? Falta de companhia? Pois vai continuar sofrendo se não mudar esta postura idiota de ‘eu tenho o rei na barriga’!”

Ela franze o nariz, deixando claro seu julgamento a respeito do comportamento de Delacroix.


A Silverfangs sobrou o Nissan GT-R. Meio desconfortável com tanto luxo, Aileen abre a porta do carro com delicadeza, e senta. Tosse algumas vezes com o forte cheiro de couro novo. Abana um pouco, como se tentasse expulsar o ar de dentro com as mãos, e abre as janelas pra desanuviar o cheiro.

“Cof cof! Que forte, isso acaba com o meu nariz! Praga de ser vampiro dá nisto: sente os cheiros muito melhor que humano! Pior, mulher já sente cheiro de qualquer coisa, agora tenho que cheirar tudo 10 mil vezes mais acentuado!”


Quando ouve os cliques de abre e fecha portas, Aileen fecha a porta e janelas, e liga também o motor; a chave já se encontrava na ignição.

Jonathan se aproxima do Nissan... Aileen presume que este queria entrar no carro. Abre a porta para o mesmo, espera este se sentar no banco do passageiro e fechar a porta. Não gostava da idéia de um estranho vampiro no mesmo carro que ela; preferia ficar com alguém mais confiável, tipo... o Darios. Dá de ombros, olha para o jornalista, dá um sorriso tímido, e espera o Brabus Widestar partir, e segue logo atrás do mesmo.


Durante o percurso, Aileen procura se manter atrás de Darios. Olha para Jonathan, tenta ser gentil e puxa assunto com ele:

--
Então... Você gosta do que faz, da sua profissão?

Enquanto conversam, na hora da primeira curva, em vez de virar para a direita, ela acaba virando para a esquerda! A luz dos faróis do carro que vinha na outra mão não ofuscara seus olhos vampirescos, que aliados aos reflexos sobrenaturais fazem com que Aileen corrija o rumo do carro sem quaisquer possibilidades de colisão.

“Maldito sistema de direita! Por que só na Inglaterra a gente dirige pelo lado esquerdo!?”

Bufa, e olha feio para Jonathan, a fim de inibir quaisquer piadinhas e comentários sobre. Aprendera a lição: toda vez que tinha curva, Aileen estreita os olhos e dobra a atenção em suas manobras. Olha para Jonathan, tímida:

-- Desculpe a manobra feia que fiz antes, e meu olhar feio. – levanta a mão para trás da cabeça, e coça a nuca. Seu olhar era de quem aprontou e foi pego, e dá um sorrisinho como quem tenta consertar as coisas.

Finalmente chegam ao parque, e Aileen estaciona com graça, sai do Nissan, espera Jonathan sair, tranca o carro. Coça um pouco a nuca, suspira pelo quase desastre automobilístico e segue o casal, procurando ficar a pelo menos 5 metros atrás deles. Não sabia como deveria proceder... Presta atenção em Darios:

Citação :
Darios: -- Que tal começar procurando pelo parque antes de ir diretamente à prefeitura? Não sei se eles irão querer se dividir ou vasculhar sozinho, mas acredito que seria o mais rápido meu anjo.

Aileen não gostaria de ficar sozinha em território desconhecido. E Dario parecia tão tranqüilo, confiável... Decide segui-lo, tímida. Evita chamar atenção para si, ficando 5 metros atrás do casal. Olha para trás, para Jonhathan, perguntando-se se ele iria acompanhá-la, e se aproxima mais de Darios.


Citação :
-- Espere. – Ele fala sem cerimônias, não dando um aviso apenas para Angel, mas também quem possivelmente tivesse tido coragem para seguir em sua retanguarda.
-- Há dois guardas logo à frente, nenhum deles é quem buscam, o portão da prefeitura estava completamente escancarado, ao que tudo indica estavam nos esperando aqui, seja quem for. E duvido muitíssimo da eficiência da Camarilla em já estar nos esperando por aqui, afinal se estivessem, não haveria por que terem nos enviado. Haja com mais prudência meu anjo...
– Ele sorri como se pedisse desculpas pelo pequeno “puxão de orelha” e então caminha em direção aos guardas.
-- Vamos acabar com isto logo já que esta com pressa... – Ele ria por dentro ao brincar com ela, sempre gostara de sua cara de zangada, mesmo quando era para ele.


Aileen olha para a nuca de Darios quando este diz “Epere”. Olha ao redor, ativando Investigação (3) + Percepção (3) com Dif. 7, enquanto ouvia o que o ancião dizia.

“Ah, ainda bem que a Srta. Spencer me deu o bendito suquinho! Sinceramente, espero que não tenha que mostrar meus documentos... Ops, esqueci minha bolsa no carro! Arg...”


Silverfangs bufa.

“Será mesmo que não tenho alma, como dizem que vampiros não têm?”

Olha ao redor, procurando algum indício, algo suspeito, enquanto seu coração morto vasculhava a escuridão em busca de respostas.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Jun 24, 2010 2:53 pm

[ teste de percepção 3 / dif 7-1(auspicios) ]


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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Jun 24, 2010 3:11 pm

Citação :
Lucia: -- Ah sim, as fotos do evento... posso mandar revelar sim... afinal algumas de suas fotos vão para a próxima exposição no Elíso, aliais estou sentindo falta de ver suas fotos por la. Enfim quando esta crise passar. – O Sorrio some de seu belo rosto, ela suspira um tanto sem animação ao mencionar “crise”.


--Bem, creio que muitas coisas irão acontecer, porem ficar apenas pensando no "RUIM" também não vai ajudar muito, não é mesmo? John continua a falar enquanto vira de costas e e faz um gesto familiar com as mãos, uma mania um tanto excêntrica, e continua com as palavras.
-- Enfim, breve nos veremos e espero não estarmos tão tensos, esse clima não colabora para uma boa conversa. até breve minha cara Lucia. Ele fala estas ultimas palavras em um tom amistoso, até carinhoso e brincalhão.

"triste o fato de ver ela nesta situação toda, era um bom evento, com certeza muito trabalho para reunir todos que tinham um nome na sociedade cainita de N.Y, uma pena realmente, mas vamos ao que interessa"

John dava passos suaves e com um pouco de descontração apesar da situação, os demais cainitas conversavam e observavam os carros, cada um ao seu gosto, mas ele não se preocupava muito com aquilo, afinal chegar ao destino era o mais importante e mais importante ainda era encontrar o tal vigia.
chegando perto de um dos veículos percebe que jovem cainita Aileen está dentro, por um instante interrompe o passo continuo.

"parece que mesmo eu deixando isto por um momento, ela volta, realmente algo intrigante, o destino talvez, o Karma, ou alguma coisa dessas que os espiritualistas acreditam"

após o momento de hesitação ele sacode a mochila para ver se estava tudo ali realmente e continua até a porta, Aileen abre a porta, um gesto educado, um bom principio para uma noite peculiar.
quando ele se senta o aroma do carro adentra suas narinas por um momento, ele fazia algum tempo não sentia o cheiro de um automóvel assim.

"até que trabalhar nestes serviços não é de todo ruim" enquanto pensa sozinho deixa aquele insistente sorriso surgir nos lábios novamente, já havia desistido de lutar contra ele, agora era tentar lidar com este sorriso involuntário da melhor maneira possível sem desagradar ninguém.

os Veículos começaram a andar e a cainita ao seu lado deu a partida, ela parecia um tanto desconfortável, talvez por estar em automóvel com um estranho ou até pela situação desagradável que todos estavam, o motivo poderia ser qualquer um, ou até mesmo todos juntos, mas ela lutando contra isto movimenta os lábios e pronuncia-se.

Citação :
-- Então... Você gosta do que faz, da sua profissão?

-- hmm, bem, eu não vejo muito como uma profissão, gosto de dizer que é meu Hobbie, o fato de ganhar lucro com ele é um mero detalhe, o importante é ter satisfação de fazer o que se gosta, entende? Ele fala as palavras á princípio tímido, porem o tom vai ficando mais suave e amigável a cada palavra, e por fim um tom brincalhão que ele sempre deixava escapar tinha dominado suas palavras.

Quando ele termina de falar a jovem faz uma manobra brusca com o carro, John acha graça, ele também não dirigia muito bem, até por isto não ligou por ela estar na direção, mas o mais cômico foi a feição e o modo como os lábios da cainita se moveram quando ela mostrou que não queria ouvir uma piadinha sobre a situação, mas claro que posteriormente isso irá ser comentado em um situação com mais descontração.

alguns instantes de silêncio se seguiram após a curva "mal feita", [ Ativando AUSPICIOS 1] Jonathan estava brincando com sua percepção aguçada observando a paisagem da cidade noturna, era lindo como as luzes, cores e constrastes se mesclavam, a velocidade tornava tudo tão suave e peculiar, quando ouve novamente a voz de sua acompanhante, tão doce, tão suave como a seda que desliza na pele.

Citação :
-- Desculpe a manobra feia que fiz antes, e meu olhar feio. levanta a mão para trás da cabeça, e coça a nuca. Seu olhar era de quem aprontou e foi pego, e dá um sorrisinho como quem tenta consertar as coisas.

-- não fique assim, eu achei até engraçado, não ligo muito para essas coisinhas, acho que temos mais coisas com o que nos preocupar, não é? fala em um tom leve tentando aliviar a cainita.

após chegarem ao local, John volta sua visão para a paisagem enquanto Aileen manobrava para estacionar o carro John muda seu olhar e fica serio.

"bem vamos começar, crianças, vamos ao show" um sorriso diferente daquele anterior surge mudando a feição calma e serena por uma séria.

poucos haviam visto John assim desde que ele chegou em N.Y e agora aquele olhar voltava à sua face.
Aileen sai do carro primeiro logo após Jonathan sai ajeitando sua mochila e olhando as redondezas de forma aparentemente tranqüila.

Mais a frente o casal de cainitas começam a andar, Aileen os segue.

"algumas horas ela parece mais segura e outras uma garotinha assustada, chega a ser engraçado o contraste" o sorriso peculiar por um momento volta a ser aquele suave e humoristico.

John dá alguns passos na direção dos demais cainitas quando a jovem vampira lhe pergunta se iria acompanha-la.

-- claro senhorita Aileen, acho que ficar sozinho em uma situação destas não é uma escolha sensata. temos de reconhecer o território primeiro fala em um tom serio.

[ TESTE DE PERCEPÇÂO]



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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Jul 25, 2010 3:30 am

City Hall Park – 19/03/1999 - 01:10 AM

@ Darios Nicardro

Dez minutos antes...

Darios: Em vez disto agora se encontrava dirigindo com segurança o Brabus Widestar, não era um carro tão chamativo como os demais, mas este tom de preto continha seu charme.
Agora em vez de sondar o passado e o resquício de humanidade em corações gelados, ele se contentava em exibir suas capacidades automobilísticas para Angelique, não que ele se importasse com isto, dirigir nunca fora uma das paixões de Nicardro.
Seus olhos verdes que tentavam se concentrar na estrada a sua frente, sempre acabavam denunciando qual era sua verdadeira paixão, Angelique.


Darios: -- Queria tanto assim me ver dirigir? – Pergunta ele em um tom brincalhão, há alguns minutos atrás havia sugerido irem os dois a pé já que Alieen e Jonathan não demonstraram muito animo ao os acompanharem. Mas Angelique como toda Assamita que se preze terminava o que tinha que fazer de maneira rápida e silenciosa, por isto ele sugerira um táxi, não a convencera.

Angelique: -- Eu devia tirar uma foto, pena que você não sai nela, isso é um momento raro e deveria ser registrado... – Brinca e sorri descontraída, aparentemente ela se solta quando está sozinha com Darios, observa ele tão cuidadoso na direção, por um momento começa a admira-lo. Seu sorriso até então descontraído se desfaz, seu olhar foca a rua passando sobre seus olhos, está pensativa e silenciosa. Mesmo na direção Darios havia percebido, porém resolveu guardar para si, até conseguir um melhor momento para aborda-la.

Darios: Após estacionar o carro próximo aos demais Darios abre a porta para que sua amada saia e concede o braço para mesma.-- Que tal começar procurando pelo parque antes de ir diretamente à prefeitura? Não sei se eles iram querer se dividir ou vasculhar sozinho, mas acredito que seria o mais rápido meu anjo. – Enquanto falava ele te observa com desejo, carinho e respeito, ao terminar Darios escuta suas palavras com atenção e volta a esquadrinhar tudo a sua volta buscando não perder nada de vista, seus sentidos aos poucos são ampliados pelo sangue para facilitar sua caça.
(Ativando Auspícios; Nível 1 – Sentidos Aguçados).


Angelique:-- Bom se você acha melhor... então vamos ao parque, mas pelo que vi quanto mais afastados melhor... se não seriamos um alvo muito fácil. – Seus tímpanos prontamente preparados a qualquer ruído e seu olhar direcionados ambos os lados, certamente preparada a algum eventual ataque surpresa, segue Darios a sua trazeira, estando com a mão direita por dentro de seu sobretudo, provavelmente já segurando uma de suas pistolas.

Entreato:

Angelique: “Merda, é melhor eu ir na frente, eu não estou vendo ninguém, isso é muito estranho, ainda mais um parque aberto nesta hora...” – Pensa consigo mesma, apesar do treino que havia feito recentemente, não havia deixado de ser impulsiva, sem hesitar, acaba caminhando em passos mais rápidos, porem silenciosos, ficando a frente de Darios.

O Casal caminha passando pelo emblema da prefeitura e logo após mais dez passos pelo chafariz do parque, Darios e Angelique se entreolhavam, provavelmente ambos estavam achando o local deserto demais... o silencio neste tipo de situação poderia proporcionar surpresas indesejadas. Não havia nem guem do grupo próximos a eles, estranhamente somente a moto de Delacroix estava estacionada sobre a calsada do parque e Titus ainda não havia chegado. Os únicos presentes eram John e Alieen, que a pouco havia acabado de entrar no local.

Darios: Não vendo iniciativa nos demais e compreendendo por que, ele tenta esquadrinhar primeiramente o local até onde seus sentidos ampliados conseguiam, obtendo uma ampla “visão” do que estava ao seu redor. Logo toma um susto ao ver Angelique adentrar o recinto despreocupadamente, sem pensar duas vezes nas conseqüências a segue tentando impedir que ela avance sem mais nem menos por entre o local, logo seu olfato sente o cheiro de colônia barata e cigarro percorrendo o ar, o palpitar de corações distintos, calmos, serenos, dispersos de preocupações.
Com um impulso de preservação Nicardro deixa de se contentar em apenas seguir Angelique e segura com força seu braço na altura do cotovelo esquerdo para que a mesma pare e a vira de frente para ele neste puxão brusco.


Angelique: Sente seu braço esquerdo ser puxado com força, ficando com o corpo próxima ao dele. -- O Que!? O que houve? - Susurra ao perceber que Darios havia notado alguma coisa.

Darios: -- Espere. – Ele fala sem cerimônias, não dando um aviso apenas para Angel, mas também quem possivelmente tivesse tido coragem para seguir em sua retaguarda.
-- Há dois guardas logo à frente, nenhum deles é quem buscam, o portão da prefeitura estava completamente escancarado, ao que tudo indica estavam nos esperando aqui, seja quem for. E duvido muitíssimo da eficiência da Camarilla em já estar nos esperando por aqui, afinal se estivessem, não haveria por que terem nos enviado. Haja com mais prudência meu anjo... – Ele sorri como se pedisse desculpas pelo pequeno “puxão de orelha” e então caminha em direção aos guardas.


Angelique:-- Hunf... okay seu chato... – Após resmungar, rapidamente ajeita a gola de seu sobretudo colocando a aba para cima, para ela estava desalinhado. Ele havia percebido o quão emburrada está nesse momento. -- ...mas não devemos esperar tanto. – Olhava zangada, não havia gostado da atitude dele ao puxa-la sem avisar, porem no fundo sabia que ele estava certo, apesar de não admitir.

Darios: -- Vamos acabar com isto logo já que esta com pressa... – Ele ria por dentro ao brincar com ela, sempre gostara de sua cara de zangada, mesmo quando era para ele.

City Hall Park – 19/03/1999 - 01:15 AM

@ Alieen Siverfangs e Johnathan Belaqua

A jovem neofita Silverfangs há pouco havida decidido seguir o casal a sua frente, estando em aproximadamente cinco metros de distancia. Darios lhe oferecia confiança apesar não conhece-lo muito bem. Por outro lado o Fotografo “John” a seguir, por mais que Alieen fosse uma Brujah, por um lado se mostra forte como uma leoa, por outro... tão indefesa quanto um servo. O Toroador após responder a mesma, preferiu acompanhá-la não somente por segurança própria, porem unidos pudesse pensar e sair daquela enrascada...

Nota da Narradora: Como Darios e Johnathan conseguiram obter sucessos suficientes aos testes de percepção eis o mapa do parque:

@ Todos os presentes no parque

Enteatro:


Próximo à rua que corta o parque com a sede da prefeitura havia dois seguranças, ambos vestiam o mesmo terno acinzentado, camisa pólo branca, óculos escuros. O segurança 1 tem cabelos negros estando preso a um rabo de cavalo que não chegava muito às costas, já o segurança 2 continha um cabelo ralo, traços orientais.
Como Darios e Angelique estavam à frente, ambos se esconderam em uma arvore na direita, já um pouco próximo a rua, os dois seguranças pareciam estar dialogando sem dificuldades o casal começa escutar ambos:

Segurança 1: -- Hey tem um isqueiro ai? – Sobre os lábios segurava uma unidade de cigarro comum.
Segurança 2: -- Não, só fósforos, serve? – Olhava para os lados para ver se houvesse algo estranho ou alguém, logo serve o seu colega com a caixa de fósforos.
Segurança 1: -- Pode ser... – Ele estica a mão direita e pega já abrindo a caixa, pegando um fósforo e riscando a ponta avermelhada com o lado áspero da caixa. Com as mãos, uma sobre o fogo e a outra segurando o palito encosta até a ponta do cigarro, de imediato ele joga a caixa para seu colega e logo joga o palito aceso ao chão, fazendo a chama se apagar ao pisar sobre o fósforo desgastado.
Segurança 2:-- Onde tá aquele maluco?
Segurança 1: Ele primeiro traga o cigarro e solta a fumaça com odor de tabaco barato. -- Deve estar ou dentro da sede ou rondando por ai.
Segurança 2: -- Pff... Aquele cara é maluco.
Segurança 1: -- Como assim maluco!?
Segurança 2: -- Fala muita merda.
Segurança 1: -- Puts que merda ele fala??
Segurança 2: -- Ele a sede da prefeitura está com os dias contados por causa daquele atentado.
Segurança 1: -- Se quisessem atacar aqui já teriam feito, acho que ele deveria tirar uns dias de folga.
Segurança 2: -- Ele não tira nem por decreto, me parece que ele tem uma filha e todo salário que ganha vai ao tratamento, tenho pena dele.
Segurança 1: -- Pois é... infelizmente é a vida, bem nosso turno terminou, vamos fechar esse parque.
Segurança 2: -- Até amanhã, as 8 da noite. – Se vira e segue a rua que corta a sede ao parque, fechando o portão de acesso.
O Outro segurança seguiu para onde o grupo havia entrado, quando o mesmo se aproximava, a percepção sobre seus tímpanos devido ao Auspicio de John, por instinto empurra Alieen sobre as arvores, caindo com ela sobre a terra.
Um minuto depois ambos escutam o portão ser arrastado e logo um barulho de trinco.

Em um pouco mais a frente:

Angelique: -- Merda estamos trancados... – Como não havia ninguém no parque, a Assamita sai sobre as arvores e olha tudo ao redor, não havia nada, somente arvores e o mais profundo silêncio até ser quebrado por um grito de um homem, mas fora muito rápido. Um brilho prateado atravessa sobre o ferro aberto do portão, caindo próximo da moça. -- Um molho de chaves!? Quem foi que jogou isso? Darios tem alguém nos observando e seja o que for, parece que quer facilitar as coisas pra gente. Angelique se aproxima da fechadura com o molho em mãos, e ao pegar a primeira chave, por sorte destranca.

John e Alieen se aproximam percebendo que não havia mais ninguém, um poucos sujos de terra entre suas roupas, porem Angelique havia aberto um pequeno espaço onde o corpo de todos pudesse passar.

Darios espera todos saírem sendo o ultimo a sair, era de seu fetio ser educado como um “gentleman”, primeiro saiu John, em seguida Alieen, logo Angelique e por ultimo Nicardro. Finalmente ao se depararem com a rua e bem próximos a sede, havia um corpo sobre a mesma calçada do parque a esquerda, junto ao corpo havia uma pequena poça de sangue sobre o pescoço da vitima.

Obs: Mais tarde vou editar o post para ficar melhorar a leitura. =) (Desculpem pelo atraso ~.~')

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