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 Crônica de Nova York | by Angelique Spencer

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Angelique Spencer
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sab Ago 28, 2010 4:00 pm

Em um condomínio proximo ao Central Park... – 19/03/1999 - 01:15 AM

@ Jorge Altobello

A cidade que nunca dorme, esse é o “apelido” que turistas e ate mesmo seus residentes colocam a metrópole. Na varanda de um antigo, porem, um luxuoso sobrado nas proximidades do Central Park, havia um homem encostado no parapeito. No maximo a varanda esta localizada é no 1º e único andar bem a direita da residência.



Privilegiado com a magnífica vista do imenso parque, ao mesmo tempo estranhava o quão silenciosa NY está. Virando seu corpo a sua trazeria seus olhos castanhos observam a ampla sala tão vazia quanto à própria solidão no quais os da própria espécie. Sem ter muito que fazer Jorge Altobello Senta a uma poltrona ao centro do seu quarto, pegando o controle da TV a sua direita, ao ligar, assiste ao canal CNN de noticias, que mostrava com detalhes o momento que aos celebres entravam no Majestic Theater até o momento do suposto atentado.

Altobello entediado troca de canal. BBC News... A mesma coisa mostrava como seu concorrente. De forma insistente, troca e troca... troca... até desligar a TV, irritado por ver que praticamente todos os canais só noticiavam sobre o maldito atentado. “Seria melhor voltar a Sicilia?” Pensava consigo mesmo. Até que seu “tédio” fora perturbado com o soar de três batidas leves a porta de madeira. Ao se levantar em direção da porta e logo abri-la, se depara com sua carniçal trajando uma camisa pólo branca, conjunto de blazer e saia em cor vinho, tanto quanto de seu sapato em carmuça.

Enteatro:

???: -- Há uma mulher no lado de fora, diz ela que tem um assunto importante a tratar com o senhor. – Estranhamente a carniçal estava respirando mal, ela deve ter corrido as escadas para chamá-lo.

???: -- Diz ela o assunto é de seu interesse.

???: -- Ela afirma ser da Camarilla. – A Carniçal começa a suar frio, com um lenço no bolso do blazer, o retira para retirar a umidade de sua fronte.

Altobello decidi por ele mesmo averiguar que seria a misteriosa mulher, descendo as escadarias que davam dos quartos, sala de recepção, sala de estar e finalmente ao pequeno hall de entrada, o mesmo sem delongas abre a porta, se deparando a uma bela mulher de cabelos castanhos claros de um pouco mais que a altura dos próprios ombros, havia um pequeno adorno na lateral de uma mecha de cabelo. Pele clara e pálida como os demais cainitas que este já viu com o passar dos anos. Ela traja uma espécie de frente única, justa e levemente decotada. Saia longa, porem aberta na frente. Calça justa de tecido leve, acinzentada com estampas um pouco mais escuras. Botas de cano longo negras como a sua vestimenta. E por ultimo luvas que chegavam do braço até as mãos, deixando só os dedos amostra.


???: -- Buona notte Signor Altobello, è un piacere conoscerti!* - A mulher de olhos verdes certamente é uma conterrânea.

???: -- Meu nome é Eva Bernadi, me perdoe por incomodá-lo, o assunto que tenho a tratar é muito importante. – Ela aguarda pacientemente para ser convidada a entrar.


Eva Bernadi - Tremere

*Tradução: Boa Noite senhor Altobello, é um prazer conhece-lo!

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Qui Set 02, 2010 4:29 pm

[Me desculpe a demora à postar, mas tive uns imprevistos, e finalmente encontrei um tempo livre. Espero que entenda.]

O despertador estava programado para tocar às sete, e assim aconteceu, porém, aquela era uma noite de folga, então o desliguei e dormi um pouco mais. Desejava dormir até a próxima noite, eu nunca gostei de noites de folga, sempre são tediosas e vazias, e eu não conseguia imaginar sendo diferente. Por mais que eu tentasse dormir, levantei às nove, sem ter a mínima ideia de como fazer o tempo voar. Todos os livros da minha biblioteca já estavam lidos, mesmo assim, peguei um para ler, o primeiro que achei. Sentei me da confortável poltrona em meu escritório e comecei a lê-lo, era um livro de 400 páginas aproximadamente, porém não era muito grande.

Minha mente já estava bem treinada na leitura, e eu acabaria aquele livro em poucas horas de leitura, porém, eu não aguentava continuar dentro daquela sala, estava louco para tomar um ar, e já estava quase chamando Rebbeca* para sair. Larguei o livro, e fui dar uma olhada lá fora, eu gostava bastante de ver o céu, porém, sempre sentia saudades de vê-lo claro, o que me remetia ao passado, na Sicília. Mudei o foco da minha atenção para a rua, não havia ninguém, olhei no relógio, ainda eram 1:15am, não costumava ser tão vazio por aqui, à essa hora, havia algo de estranho por ali.

Humanos, seres sempre tão previsíveis, é tão fácil saber quando algo está fora do lugar. Me virei voltando ao interior do sobrado, e me deparei com o vazio. É estranho como nunca estamos satisfeitos, à anos atrás, eu daria qualquer coisa para ter um lugar vazio como esse, e agora, me sinto mal. No auge do tédio, liguei a televisão, isso raramente acontece, poderia contar nos dedos quantas vezes eu a liguei nos 15 anos que moro em Nova Iorque. Agora eu lembrava o porque, um atentado no Majestic, senti uma pontada de culpa por não estar lá, investigando.

Mesmo assim, mudei de canal, o mesmo passava. Insisti, em todos os canais a mesma coisa, desliguei a TV, e joguei o controle na cama, enquanto liberava todo o tédio com um grito. Me joguei na cama, estava com saudade da Sicília, porém, sabia que era algo fora de cogitação, eu já não era mais o mesmo que antes. Até que três batidas parecia me puxar da solidão, batidas bem conhecidas, era Rebecca, eu sabia. Só o que eu não consegui apontar, foi porque ela estava aqui. Abri a porta rapidamente, e lá estava ela, vestindo-se melhor do que de costume.


- Boa Noite, Srta Rebecca. - Falei, lembrando-a das boas maneiras. Fitei de cima à baixo, e notei que ela estava ofegante. - Deve ser bastante importante mesmo... - Deixei-a completar o que deseja me dizer. - Droga, o que será que esses porcos querem comigo? - Eu não esquecerei nunca, o que esses depravados fizeram com minha senhora, eu poderia até fingir que esqueci, mas aquele sentimento de repugnação, sempre ficará dentro de mim. Desci toda a escadaria, e me dirigi a porta, eu estava com um roupão vermelho-sangue, essa cor sempre me agradou, mesmo antes do abraço.

Assim que abri a porta, fui surpreendido com um Italiano fluente, vindo de uma moça com traços típicos, com certeza uma compatriota. Mas aquilo não iria mudar nada, provavelmente ela fosse apenas uma marionete, dos figurões da Camarilla. Provavelmente seria problema, quando pensamos que já está muito ruim, tudo piora.
- O prazer é todo meu. - Tentei não transparecer que estava sendo incomodado, e ser cortês com a moça. - Por favor, entre. - Tentei fazer a mesma coisa, porém, senti no tom da minha voz, um pouco de cansaço. - A Srta. aceitaria uma taça de Vitae? - Ofereci, tentado ser um bom anfitrião, assim como aprendi com meu pai, na Itália.
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Ter Set 07, 2010 1:43 am

@ Jorge AltoBello:

AltoBello escreveu:
Assim que abri a porta, fui surpreendido com um Italiano fluente, vindo de uma moça com traços típicos, com certeza uma compatriota. Mas aquilo não iria mudar nada, provavelmente ela fosse apenas uma marionete, dos figurões da Camarilla. Provavelmente seria problema, quando pensamos que já está muito ruim, tudo piora. - O prazer é todo meu. - Tentei não transparecer que estava sendo incomodado, e ser cortês com a moça. - Por favor, entre. - Tentei fazer a mesma coisa, porém, senti no tom da minha voz, um pouco de cansaço. - A Srta. aceitaria uma taça de Vitae? - Ofereci, tentado ser um bom anfitrião, assim como aprendi com meu pai, na Itália.


A enigmática “visita” da misteriosa Tremere trazia um certo desconforto ao Italiano, por mais educada que a mulher pudesse transparecer, não havia se quer um sorriso sobre os lábios. O Olhar da mesma parecia ser tão analítico que de certa forma o encomodava...

Eva: “Então este é o tal agente da FBI...” – Grata! – Ela o agradecia com um tom suave, graciosamente fazendo um sinal positivo com a cabeça. Logo Eva, caminha de forma tão leve que mal se escutava seus passos diante do piso de mogno. Ao escutar a “gentileza” de lhe oferecer o mais precioso “alimento”, responde:

-- Agradecida “Signor” Altobello, estou devidamente “saciada”. É uma bela residência... – Esta olha ao arredor, observando alguns detalhes da entrada, desde moveis, quadros e etc. -- Desculpe o atrevimento e o incômodo que lhe causei nesta noite turbulenta. Creio que sabe sobre o “incidente” ocorrido no Majestic, gostaria de conversar em um ambiente mais cômodo, se for possível é claro. – Finalmente a Mulher abre um pequeno sorriso.

Altobello a direciona em um escritório a esquerda do pequeno hall de entrada. Então Eva caminha sobre o chão encarpetado de cor esverdeada, sentando se na poltrona a frente da mesa. Aguardando Altobello entrar em seu próprio escritório. Logo ele senta-se na poltrona em que fica atraz da mesa de apoios em metal e a base em vidro. A atraz de onde o Malkaviano esá sentado contem uma grande janela, devidamente precavido ele fecha as cortinas negras de algodão.

Eva: -- Muito aconchegante seu escritório. É um ótimo anfitrião "Signor"... No entanto... - Faz uma pequena pausa, com a fisionomia tão seria e diferente de minutos atraz. --...vim em nome da Camarilla, como a sua "secretaria" havia supostamente anunciado, como sabe, ocorreu um atentado na area da Broadway, porem, suspeito que tenha alguma ligação aos ataques do Sabá na Prefeitura de Los Angeles, a cidade quase caiu, como aqui em Manhattan. Enfim, sei que o "signor" se afastou de nossa seita, não sei por quais motivos. Mas precisamos de suas habilidades, neste momento está interessado no caso? - Seu timbre transparece uma certa tensão ao falar sobre os ataques, mas depois volta ao tom firme ao tentar convence-lo a entrar o caso.

(Bem desculpe pelo atrazo, mas ja estou melhor. Por enquanto vou seguir a narrativa. ^^)

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Set 10, 2010 2:53 pm

Por mais que eu tentasse esconder, o evidente incômodo com a visita ficou totalmente exposto, pelo menos essa foi a impressão que eu tive. Talvez eu estivesse enganado, mas isso mal passou pela minha cabeça. Pensei em tentar mascarar mais minha aversão pela Camarilla, mesmo que eu me sentisse um idiota fazendo isso. Porém, somente isso explicava o rosto igualmente descontente ao meu, e o olhar, que parecia observar cada gesto meu. Ela entrou, caminhando em passos leves, e sedutores. Entretanto, meu corpo atrofiado não me permitia sentir mais nenhum sentimento de amor, nem mesmo de desejo.

- Obrigado, fui eu mesmo que o decorou. - Apesar de ter tentado o decorar à 15 anos atrás, poucas coisas restaram em seu antigo lugar. Rebecca, minha secretária, que verdadeiramente organizou a maioria da casa, com a exceção do meu quarto, que permanece bagunçado desde que eu me mudei. Mas mesmo não sendo eu quem o decorou, eu gostava desta frase. - Ah, claro! O Majestic! - Então era isso, eu já devia ter imaginado. Pelo sorriso da mulher, eles não desconfiavam de mim, então só poderia ser um contrato. A levei até meu escritório, apontei as poltronas de visitantes, que ficavam de frente para a minha. - Sente-se, por favor. - Disse enquanto cruzava o escritório, para fechar as cortinas.

Eu estava quase certo sobre o conteúdo da conversa, eu só errei em dizer "contrato". Era apenas um pedido, minha garganta coçou, mas consegui segurar o riso.
- Por que eu? A Camarilla deve ter os seus dentro no FBI. - Meu rosto agora era um misto de descrença e suspeitas. - Bom, creio que saiba que não sou tão generoso à ponto de trabalhar de graça, certo? - Quis deixar bem claro, as coisas não pareciam nada esclarecidas aqui. - O que eu ganho, caso eu aceite o trabalho? - Ela ficou tensa por um instante, mas logo retomou a confiança. Tentei traçar um perfil psicológico para ela, para saber com que tipo de pessoa eu estava lidando. [Percepção]

[Bom, gostaria saber, como são feitos as rolagens aqui? Rolador do fórum ou o narrador faz as rolagens?]
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Set 10, 2010 10:05 pm

Off: Altobello as jogadas no caso o próprio jogadaor faz pelo seu personagem, o narrador também faz, porem somente para testes dos npcs ou caso o jogador autorize fazer por ele, segue aqui o link de como jogar: http://bloodyangels.lforum.biz/duvidas-e-sugestoes-f1/duvidas-lancamento-de-dados-t8.htm caso você não tenha entendido, por favor poste o resultado desse rolador online: http://www.milenio.com.br/master/cobra/rpg/dicerollerST.asp Qualquer dúvida me chame. =)

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Set 10, 2010 10:29 pm

[Ok, obrigado. Eu já estou familiarizado com os roladores, só queria saber como é feito aqui.

Bom:

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Set 10, 2010 10:29 pm

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Set 10, 2010 10:30 pm

[Rerrolando o 10.]
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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Sex Set 10, 2010 10:30 pm

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Dom Set 12, 2010 8:48 pm

@ Jorge AltoBello:

Teste de Percepção

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- 3 Sucessos



Altobello havia percebido que a Feticeira não estava mentindo, afinal está não se arriscaria a procura-lo se caso a Própria Camarilla não estivesse precisando de suas habilidades. Por um momento a própria mulher o encarou sem falar alguma palavra se quiser. Tal atitude que ele havia estranhado até que a mesma quebra o próprio silêncio se levantando de forma repentina.

Eva: -- De fato a Camarilla tem seus próprios agentes infiltrados na FBI, no entanto... – Ela faz uma pequena pausa e logo se vira em direção da porta, ficando de costas para ele. -- E Quem disse que vim te pedir um favor ou algo do tipo meu caro Altobello? – Novamente ela se vira, colocando suas mãos sobre a mesa, inclinado um pouco seu corpo, ao mesmo tempo o encarando de forma intimidadora. -- Você mesmo sabe que neste mundo, ninguém faz nada sem interesses pessoais. No entanto vou ser direta...diga seu preço e assim resolvemos isto o mais rápido possível.

A italiana se revela competitiva, no entanto ele não havia se surpreendido com tal atitude, era perceptível que a Camarilla de NY faria de tudo para achar quem havia atacado seu Eliso, para o bem da Mascara e de seus membros.



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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Ter Set 14, 2010 5:17 pm

Eva transparecia sinceridade, claro, ela não ousaria envolver o nome da Camarilla à menos que a mesma permitisse. Por um momento, ela parou de falar, e se limitou à apenas me encarar. Nesse curto período de tempo, eu revidei o olhar, mostrando que não à temia. No fundo, eu me divertia com a tentativa da Tremere de me intimidar. Era muita ousadia, vir até o meu refúgio, e tentar me acuar, atitudes típicas da Camarilla. Até que, por fim, ela começou a falar, enquanto se levantava. Não mudei minha posição, apenas à acompanhei com os olhos.

Ela parecia estar bastante tensa, andava de uma lado para o outro da sala, demonstrando inquietação. Quando de repente, ela parece ficar irritada de vez, se inclinando bem perto do meu rosto, tentando parecer intimidadora.
- (Risos) Srta. Eva, creio que está um pouco alterada... Por favor, sente-se, vamos fazer isso de forma civilizada. - [Caso ela relute em se acalmar, eu farei do meu jeito. Com Demência I - Paixão.] - Obrigado. Bom, dinheiro não me é problema como pode ver, mas eu adoraria ter uma pequena promoção, se é que me entende. - [Quero dizer, ganhar um ponto a mais em Influência.]

- E então, será que podemos fechar esse acordo? Creio que com o poder da Camarilla, esse pequeno capricho não será problema nenhum. - Disse confiante, tentando convencer Eva, e sempre negociando. - Se pensar direito, não estarão fazendo nada desonesto. Alguém que seja capaz de resolver um caso desses, pode ser responsável o bastante para executar as ações de determinado cargo. E outra coisa... Quero total acesso à todas as informações que possam me ajudar a esclarecer esse caso. - Com esses pontos resolvidos, eu já estaria apto à começar o serviço, e aquilo de certa forma, me fazia bem.

[Rolando Demência I - Paixão.
Carisma 3 + Empatia 3 = 6 dados (Dif = Humanidade da Vítima)]

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MensagemAssunto: Re: Crônica de Nova York | by Angelique Spencer   Ter Set 14, 2010 5:17 pm

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