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 Aileen Silverfangs - Brujah

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MensagemAssunto: Aileen Silverfangs - Brujah   Sab Jan 16, 2010 10:19 pm


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Nome: Aileen Heidi Silverfangs / Natureza: Brava / Geração: 10ª
Jogador: Karolyn Klymene/Comportamento: Amistoso / Refugio: ?
Crônica: Manhattan / Clã: Brujah / Conceito: Intelectual


________________________________Atributos_________________________________

Força -> 1+1/5 ~ Carisma ->1+1/5 ~ Percepção -> 2+1/5
Destreza-> 2+1 /5 ~ Manipulação ->1+1/5 ~ Inteligência ->3+1/5
Vigor -> 2+1/5 ~ Aparência -> 1+1/5 ~ Raciocínio -> 2+1/5
_________________________________________________________________________
______________________________Habilidades_________________________________

Talentos
| Prontidão___1/5
| Esportes ___0/5
| Briga ______0/5
| Esquiva____1/5
| Empatia____2/5
| Expressão__ 0/5
| Intimidação_ 0/5
| Liderança__ 1/5
| Manha ____ 0/5
| Labia______0/5



Pericias
| Empatia c/ Animais_0/5
| Ofícios _________ 2/5
| Condução________2/5
| Etiqueta ________ 1/5
| Armas de Fogo ____1+1/5
| Armas Brancas ____1/5
| Performance______0/5
| Segurança _______0/5
| Furtividade _______1/5
| Sobrevivência_____1/5


Conhecimento
| Acadêmicos_3/5
| Computador_1/5
| Finanças ___0/5
| Investigação 3/5
| Direito _____2/5
| Linguística__2/5
| Medicina ___1/5
| Ocultismo___0/5
| Política ____ 1/5
| Ciência ____0/5

_________________________________________________________________________
______________________Vantagens & Desvantagens__________________________


Antecedentes
Geração 3/5
Recursos 1+1/5
Contatos 1/5 (Fingal Mirno – True Brujah)

Disciplinas
Rapidez 1/5
Presença 2/5

Virtudes
| [X] Consciência 2+1/5
| [X] Autocontrole 3+1/5
| [X] Coragem 1+2+1/5


Qualidades / Defeitos
- Exclusão de Presa -1 (Crianças)
- Concentração + 1


Humanidade / Trilha
[x] [x] [x] [x] [x] [x] [x] [ ] [ ] [ ]

Força de Vontade
[x] [x] [x] [X] [X] [X] [X] [ ] [ ] [ ]

Pontos de Sangue
[x] [x] [x] [x] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ] [ ]
[ ] [ ] [ ]

Vitalidade
| Escoriado [ ]
| Machucado [ ] - 1
| Ferido [ ] - 1
| Ferido Gravemente[ ] - 2
| Espancado [ ] - 2
| Aleijado [ ] - 5
| Incapacitado [ ]

_____________________

Experiência



_________________________________________________________________________
______________________________Rituais____________________________________

Nenhum

_________________________________________________________________________

15 ptos bônus
1 pto em Antecedentes = 1 pto
1 ptos Virtudes = 2 ptos
1 pto Habilidades (1 Arma Fogo) = 2 ptos
3 ptos Força Vont. = 3 ptos
1 pto Atributo (Aparência) = 7 ptos




_________________________________________________________________________
______________________________Prelúdio____________________________________

A loja Unicorn’s Universe tinha já uns dez anos de existência, localizada no surbúbio mais tranqüilo de Londres; seus brinquedos esculpidos artesanalmente a madeira, EVA, PVC e outros materiais atóxicos e ecologicamente corretos faziam sucesso entre as crianças. Aileen Heidi Silverfangs, a mais nova das artesãs daquela loja, sorria enquanto montava mais um cavalo de rodinhas. Era um prazer fazer as peças, encaixá-las, vê-las ganhar vida entre suas mãos hábeis... Apesar de seus 21 anos, e os poucos meses de serviço, era uma funcionária respeitada e reconhecida por sua habilidade e encanto com os brinquedos. Trabalhava por lá com o intuito de sustentar sua vida independente, com faculdade, casa própria e uma moto ecológica.

Seus olhos castanhos e meigos agora percorriam as prateleiras dos brinquedos, buscando um lugar para a sua mais recente criação. Logo acha um, e coloca na vitrine. Era um cavalo de olhos sorridentes e sorriso tímido com mancha de rubor em seu focinho. Estava todo pintado de baio, e não tinha sela, só um desenho de pano em seu dorso. Media talvez uns 30 cm de altura, e tinha quatro rodinhas no lugar de patas. Com um suspiro, olha o seu relógio de pulso. Já era hora de fechar a loja. Olha pela vitrine. Estava escurecendo, e parecia que ia ser uma noite límpida, uma raridade entre tantos dias nevoentos da velha Londres.
Despede-se de seus colegas de trabalho, e tranca a porta da loja. Seu patrão acabara de confiar a ela as chaves da loja! Com um sorriso ante a possibilidade de aumento ou mesmo promoção, Aileen caminha. Olha para os lados...


“Caramba, de novo esta sensação de ser perseguida?!”

Já fazia dois meses que o seu coração se acelerava, suas pupilas se dilatavam, a adrenalina era injetada para seu sangue, mantendo-a alerta e pronta para algo... Mas o quê? Sentia que havia olhos a observar cada passo, cada suspiro seu. Só conseguia se distrair de tamanho desconforto com o seu ofício, onde tinha se instruído por simples “serviço” e passara a amar o que fazia, e nas suas aulas na universidade. Chega a um ponto de ônibus. Estava suando. Sua mão direita alisava constantemente seus cabelos castanho-avermelhados e lisos. Olhava nervosamente para os lados. Estava sozinha... E não estava.

O balanço do ônibus acalmou um pouco os nervos dela, e a deixou com gentileza na porta de seu prédio. Seus passos ecoam pela escadaria. Chega ao 3º andar, e abre a porta. Coloca de lado sua bolsa no criado-mudo, e acende a luz. Havia livros por toda a parte. Gostava de História, romances, ficção... Ler. Olha o seu relógio de pulso. Ainda dava tempo de um banho rápido e um sanduíche antes de ir à faculdade de História. Com um sorriso tranqüilo, Aileen caminha mais um pouco, passa pelo espelho do corredor, mostrando seu rosto oval e tranqüilo, muda seu ângulo de visão sobre a sala... E uma visita inesperada estava esperando por ela, sentada na sua poltrona preferida. Seus cabelos loiros como o trigo, longos e soltos em ondas macias por seus ombros, suas maçãs de rosto eternamente coradas, seus olhos azuis e suas delicadas feições de diva italiana tiveram o poder de deixá-la em choque.
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-- Boa noite! Uma voz aveludada preenche a sala com o seu calor, com o seu encanto.

Aileen estava imóvel, os olhos arregalados.

-- Oh, me desculpe esta minha entrada... Inoportuna. Sou Angelita Beviláqua.

A sala dançava com a voz quente e feminina. Aileen tentava organizar o turbilhão de perguntas.

-- E você é Aileen Heidi Silverfangs, a artesã.

Choque. Metade de suas perguntas fora respondida. Sim, ela foi perseguida por esta mulher. Sim, a desconhecida sabe tudo. E sim, a desconhecida não queria nada de valor por aqui. Só a ela.

-- Por que não se senta, para nós conversarmos? Tomei a liberdade de trazer um vinho bom, e te servi nesta taça... – Seu dedo gracioso apontava para uma bandeja com a garrafa e uma taça de vinho.


Com um baque, Aileen senta no sofá. Seus olhos tentavam desvendar o céu frio e sem nuvens que estava nos olhos claros da estranha.

-- Bem, por onde começo? Oh, desculpe, nem deixei você se expressar! Fique à vontade, minha cara...

As palavras inglesas que ela proferia tinham um sotaque. Italiana?


-- O que você quer aqui?

Um riso suave como a brisa da primavera percorre o cômodo.

-- Desculpe. É que deixei de ver o mundo através de olhos mortais. Enfim, o que eu quero? Quero que você viva para sempre, minha querida.

O som da risada retumbante de Aileen ressoa pela sala, forte, descontraída. Uma risada que não iria mais sair de seus lábios por muito, muito tempo.

-- Desculpa minha querida, mas o hospício é no outro lado da cidade!

As íris de Angelita se tornam vermelhos. Como sangue... Sua expressão agora expressava impaciência.

-- Agora preste atenção no que vou lhe dizer. Sou uma vampiresca, e no momento preciso que você seja minha cria. Sua inteligência e conhecimentos acadêmicos me serão úteis. E além do mais, não te tenta passar a eternidade lendo... – olha ao redor, desinteressada. – estes livros? – fixa seu olhar rubro na agora assustada Aileen.

-- Não. Não quero. – Suspira, e devolve o olhar mortal. – Por que a senhorita não volta para onde veio!?

-- Minha querida... – Angelita se levanta, e agora sua presença a hipnotizava. –
Sou Brujah... Não costumo ouvir tais coisas sem ao menos reagir. Venha cá. Sei muita coisa sobre você... Vem. Vem comigo para a eterna noite.


A pobre mortal somente observava a diva loira se aproximar. Não conseguia reagir, apesar de seu indômito coração gritar por isto. Ela senta ao seu lado, pega sua mão com delicadeza. Sedução, sensualidade. Volúpia. Seus lábios carnudos encostam-se às linhas suaves de sua boca ainda mortal. Os lábios ousados da diva se movem num sussurro:

-- Você está sendo uma boa garota.

Então seu coração finalmente é atendido. Suas mãos encostam-se ao peitoral da imortal e empurram com toda a força. Um riso de escárnio escapa da intrusa. Não conseguira mover nem um centímetro. Sai do sofá com um salto e corre para a porta. A vampira já estava na porta.

-- Tsc tsc, por que resolveu ser malcriada agora? Bom... Você vai ter que faltar às aulas por uns dias, acho. Mas não se preocupe... Eu te darei aulas de História. Você vai gostar. Vamos.

Sua mão direita toca no ombro de Aileen, e a empurra para o meio da sala. Ela cai sobre seus livros.

-- Cansei destes joguinhos. Cansei de ser boazinha.

Sua delicada e incrivelmente forte mão pega a jovem pelo ombro, a levanta como se fosse de plumas, e a joga para o sofá.

-- Agora fica quieta.

Sua boca se abre num sorriso mortífero, os caninos à mostra...

Aileen acorda. Torpor. Dor de cabeça. A sala rodava, rodava. Logo seus olhos focalizam na garrafa de vinho derrubada no chão. Suas pupilas se dilatam, e vê cada caco, cada partícula de poeira pousando suavemente sobre a cor cintilante e violeta que era o vinho derramado. Olha pela janela. Vê o vizinho gostoso tomando banho no outro prédio, com uma riqueza de detalhes que só se poderia observar com um binóculo.
Seus ouvidos sensíveis captam passos. Sente o perfume feminino. Seu rosto se vira, e capta os olhos avermelhados da estranha. Então as lembranças recentes a visitam pela primeira vez.

Angelita puxou seu cabelo castanho e liso para trás.

-- Hum, você tem um pescoço lindo, querida.

-- Dei-eixa ele em paz! – esbraveja em vão.

-- Ah, minha querida, relaxa...

-- Relaxar? Com você puxando meu cabelo e querendo chupar meu sangue? Aqui ó, sua vadia! – mostra o dedo do meio para ela.

-- Desbocada! – pega a mão e a aperta, delicada. A dor era insuportável, e Aileen grita. – Aprenda a respeitar os mais velhos!

Então os caninos da intrusa perfuram sua jugular, e Aileen grita de novo. Uma mão tapa sua boca. Gritos sufocados, e cada vez mais fracos enquanto sua vida se esvaía com o sangue... Sente os olhos pesados, a dor estava finalmente indo embora. Vadia. Vadia, vou acabar com você. Escuridão. Um cheiro diferente de tudo que já sentira agora a tomava. Parecia que a primavera tinha emprestado seu frescor, o verão o seu calor, o outono sua suavidade, o inverno sua renovação. E mesmo assim, era muito melhor. A paz a tomava. Estava na sua hora...

Havia algo molhado em seus lábios. Seu cheiro a incomodava. Ferro, salgado, vermelho. Atrapalhava o perfume de paz. Lambe os lábios, tentando se livrar dele. Este erro custaria caro, caro demais. A dor a derruba para a escuridão, para o esquecimento.

Angelita era uma senhora inexperiente, um tanto impaciente. Seus dois primeiros meses com ela foram duros, mas cada lição desajeitada que ela lhe dava era sorvida e assimilada pela mente astuta de Aileen. Ela ainda trabalhava na loja, só que sempre depois que o sol se punha, e ficava até que tivesse feito brinquedos suficientes para o dia que se seguiria; e estudava em casa, por correspondência e aulas virtuais. Os outros estranharam e se preocuparam com sua palidez e comportamento retraído, mas ela tranqüilizava a todos de que se tratava apenas de uma doença leve.


No terceiro mês, um homem atraente entra na loja. Os olhos da criança o observam, e concluem: vampiro.

-- Em que posso te ajudar? – procurava se manter apagada, “normal”.

-- Hã... – Os passos antes seguros do desconhecido agora caminham em sua direção. Seus olhos escuros e tristes a encaram. Logo se focalizam em um brinquedo qualquer.

-- Quero levar este – aponta a esmo.

-- Hum... Para sua namorada?

Ele estava escolhendo um ursinho de pelúcia com um coração contendo os dizeres: “te amo”.

-- Ah? – Ele olha bem para o que tinha apontado. – Não, não... Quero dizer, bom. Eu gostei e vou levar. Sem perguntas!

-- Sim, senhor.

Ela recolhe o ursinho marrom apaixonado com um sorriso disfarçado e coloca-o no balcão.

-- Embrulho pra presente?

-- Pode ser. Hum... True Brujah?

-- Hã?

-- Eu disse nada. - os olhos do desconhecido desviam, tímidos.

-- Sou Brujah, mas True? O que é?

-- Hum... Vamos tomar café juntos?

O estranho tímido era um homem que vivia há mais de duzentos anos; seus olhos tranqüilos e tristes mostravam a ela uma alma corajosa e virtuosa. Graças a ele, Aileen agora sabia que vampiros também tinham alma... Conforme Fingal Mirno conversava com ela e explicava sobre a misteriosa seita, ela ia sabendo que seu clã tinha muita história perdida pelos séculos... E algo em seu coração dizia que cabia a ela redescobrir a glória dos Brujah.


Angelita foi severa com ela naquela noite:

-- Nunca mais se encontre com ele! Você é a minha criança, e é só a mim que você deve ouvir!

Aileen a princípio seguiu as palavras de sua senhora, recusando-se a sair pela segunda vez quando o estranho a visitou novamente na loja. E pela terceira vez. E pela quarta. Na quinta, mandou a senhora à merda mentalmente e saiu escondido com o desconhecido, enquanto Angelita caçava.


Sete meses tinham se passado.

-- Silverfang, vamos ver o príncipe.

--
Já?!


-- Sim. Limpe este rosto, guarde estas bolsas; nem sei porque você ainda tem chiliques com relação a caçar humano. Vamos.

Aileen observa, respeitosa, o belo e terrível príncipe de Londres. Este estava em uma postura indiferente. A sua não-vida estava em suas mãos... e mesmo assim, seu coração batia calmo.

”Tomara que ele recuse minha existência. Ordene minha eliminação. Não serei um monstro manipulado por outro.”

Para sua consternação, ele a aceitara como um membro da Camarilla. Com uma ressalva:

-- Aqui está cheio demais de cainitas. Mande sua criança pra qualquer outro lugar.

Aileen Silverfangs caminha pelo aeroporto vazio. Tinha chego às 2h da manhã em Nova York, Manhattan. Seus cabelos castanhos eternamente cortados nos ombros se balançavam para os lados, acompanhando o rosto que avaliava as informações presentes naquele local. Na saída, havia um táxi esperando por ela. Ela diz o endereço de seu hotel, e o automóvel dá a partida, entrando na noite eletrizante da Cidade do Mundo.





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Última edição por Karolyn Klymene em Qui Jan 21, 2010 7:45 am, editado 1 vez(es)
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Angelique Spencer
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MensagemAssunto: Re: Aileen Silverfangs - Brujah   Ter Jan 19, 2010 9:53 pm

Karol, como toda personagem sua está magnífico. A Ficha não contem erros nem o prelúdio.

Bem-vinda a Manhattan!

Já te coloco na crônica nesta sexta-feira! ^^

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