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 Freedy - Malkavian

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Freedy
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MensagemAssunto: Freedy - Malkavian   Dom Abr 25, 2010 2:02 am

1937.

Freedy era filho de uma freira que trabalhava em um hospital psiquiátrico e foi trancada por acidente na ala dos piores loucos do hospital que a estupraram e torturaram deixando-a quase morta.

1938

Ela foi encontrada depois grávida e muito ferida. Assim, meses depois nasceu Freedy que quando cresceu se tornou mais um humano em uma estatística do governo.

O diario de Monstro

O surgimento de um feto. (Fragmentos tirados do diário de sua mãe)


Madre Teresa, era o nome da madre superior do hospital psiquiátrico aonde a mãe de freedy residia, sua mae chamada de Irma Rosa, Rosângela era seu nome, trabalhava ajudando um hospital psiquiátrico em uma cidade do extremo leste dos estados unidos vivia bem em seu convento, sempre feliz até que um dia inusitado em seu trabalho já era hora de se fechar as alas e Rosa tinha esquecido seu terço em uma ala do hospital, diziam que esta ala era a pior ala do hospital, a mesma foi pegar seu terço até que inusitadamente descobriu que fora trancada na pior ala de loucos do hospital, a mesma se viu desesperada diante de psicóticos, mas estava tranqüila pois sabia que os mesmos estavam sedados, pelo menos era isso que ela acreditou aquela noite.

Em um sofá, em meio daquela ala, rosa teria arrumado o seu local para passar a noite, dormindo suavemente após ter rezado, a mesma fora jogada de seu leito beijando o chão com sua cara, assustada se virou para ver o que era, mas sua estava escuro e assustada berrava tentando chamar alguém para acudir a mesma, mas ninguém atendeu seu chamado... Tentou reagir inúmeras vezes diante de monstros em sua frente, mas so piorava a situação acordando ainda mais residentes daquela ala, até a mesma se viu encurralada de um lado de um relógio que marcava 20:57, foi ali que rosa fora estrupada por mais de 20 pessoas, encontrada no dia seguinte, toda ensangüentada foi levada aspresas para um hospital, quase morta ficou dias na uti até recobrar a consciência, havia ela perdido as suas pernas que foram violentamente quebradas, um de seus braços estava inutilizado e seria amputado também. A Irma rosa ficou 2 messes no hospital sobre tratamento, perdeu a visão de um de seus olhos devido a um coagulo cerebral, mas o pior foi ter descobriu que daquele dia no hospital gerou um feto sobre seu útero, a mesma viu aquilo com alegria, foi a única noticia naquele hospital que a fez sorrir novamente, alegando aos médicos que “Deus escreve certo por linhas tortas” e que ela não iria fazer um aborto por motivo claro, ela não queria retirar a vida de alguém...Seis messes depois nasce aquele feto, que ela chamaria de Freedy, era o nome do medico do qual conseguiu tirar o feto de seu útero, teve inúmeras complicações durante a gestação e seu parto por fim.

O inicio de um monstro a uma sociedade.


Freedy começava a freqüentar as escolas do governo, era uma criança aparentemente normal, mas era caçoado por seus amigos por se alguém magricelo demais, freedy não se contentava com isto, por fim se foi expulso de inúmeras escolas devido sua ma conduta diante de outros alunos. Até que se formou, terminando assim o segundo grau, sua mãe desejava que ele freqüentasse uma faculdade, mas tinha medo que seu filho se tornase um maginal qualquer em uma sociedade e não desejaria que seu filho fosse mais um numero para o governo, assim como rosa foi quando aconteceu o acidente no hospital.

Freedy no dia de sua formatura compreendia que sua mãe não pode ir devido suas dificuldades, tinha que ficar em casa sobre a influencia de fortes remédios para diminuir sua dor. Até que freedy chegava em casa, entusiasmado para contar a sua mãe como foi sua formatura, mas percebeu algo estranho em sua casa, havia dois carros pretos em frente a sua casa, precavido como sempre foi olhar pelas janelas de sua casa, para ver se algo estava acontecendo, sabia ele que aquilo não era normal, horas ter carros naquela época era coisa de ricos, mesmo ao meio do pais da liberdade. Olhando pelas janelas da casa, se surpreendeu ao ver.....

Diario de Freedy. 1945


Me recordo como fosse hoje do dia que vi minha mãe morrer pelas mãos de loucos, não tenho raiva deles, e nem tive dó de minha mãe. Me recordo ainda de ter ido a janela da casa procurando indícios de movimentação pela casa, até que achei minha mãe estirada no chão da casa, seu único braço estava pregado ao piso pela sua mao, sangue vertia por todos os lados, não só de sua mao como também de inúmeros lugares, haviam ali três homens, eles eram três daqueles loucos do hospital que estruparam minha mãe, talvez um deles até seria meu pai, mas pouco me importei, eles estavam estrupando minha mãe, estava escutando seus gemidos, e acabei percebendo que mesmo eles batendo nela, ela sentia prazer, pensei em gritar, mas minha voz ficou congelada aquela hora. Vi aqueles três homens a estrupando minha mãe por cerca de 4 horas, sem se importar comigo, talvez não fui notado, se fui eles não ligaram para minha pessoa ali. Vizinhos em volta? Não infelizmente a casa que tínhamos, foi recebida pelo governo e não tínhamos vizinhos ali. Confesso a vocês, que vendo eles transando com minha mãe, ferida recebendo tapas e socos, tive prazer em ver isso, acabei me masturbando na janela, até que aqueles homens após terminarem que estavam fazendo me viram ali, olhando para eles, pude gravar cada um de seus rostos e como já havia pego as placas de seus carros resolvi sair correndo até conseguir avisar a policia... Mas não foi o que fiz...

No dia seguinte resolvi retornar a minha casa, o cheiro de selvageria estava pairando sobre o ar da casa, minha mãe não respirava mais, mas nem dei bola para seu corpo, talvez eu sabia que ela não tinha muito futuro mesmo e ela nunca me escondeu como eu vim ao mundo, ou sobre o que aconteceu no hospital no dia que me fecundaram, revirei as coisas de minha mãe, até achar uma boa quantia de dinheiro, dentro de uma caixa de sapato, mas não era só isso que tinha ali, havia fotos e cartas, cartas de amor, de depravação, de sexualidade de ódio... Quis queimá-las, junto com o resto da casa, mas não, tinha coisa melhor a se fazer, me vingar destes homens, estas cartas tinham endereços e resolvi visitar cada um deles... Descobri que os três homens tinham suas famílias, esposas normais, filhos normais, mais jovens que eu... Planejei minuciosamente cada passo que eu deveria seguir, anotei seus horários de entradas e saídas, e sabia que tinha que fazer, a bebida e o cigarro me tornaram meus únicos amigos, estava vivendo em um hotel barato, e por incrível que pareça os três moravam perto um dos outros e eram amigos, faziam churrascos uma vez por mês, faziam almoços em famílias ao domingos, coisas das quais nunca tive, talvez me incomoda-se com isso, talvez não... Não me recordo bem desta parte, quis anular todos os meus sentimentos me tornando cada vez mais um monstro, até que finalmente tomei minha decisão... Eu iria me vingar...

O primeiro contato com o Mal. Diario de Freedy. 19 de agosto de 1946

Absorto em meus pensamentos, eu caminhava com passos indecisos pelas ruas escuras e úmidas, devido à fina garoa que banhava a cidade. A lua estava escondida sob grossas nuvens que anunciavam a tempestade que viria brevemente.
Cruzei a avenida principal e decidi voltar pra casa, me perdendo entre as vielas que me levariam ao meu escondido refúgio.
De súbito, ouvi um grito abafado de mulher em uma dessas ruelas ermas. Me detive por alguns segundos que mais pareceram horas, e consegui vislumbrar, depois do brilho de um raio que cruzou o céu negro, a figura de um homem vestindo uma longa e estranha capa, segurando uma mulher de estatura mediana, que tentava, sem sucesso, se livrar das garras de seu dominador.

Num rápido movimento de cabeça, o homem levou a boca em direção ao pescoço da mulher, que se debateu fragilmente e desfaleceu em seguida nos braços de seu opositor.
Não pude conter o susto com a cena, e não percebi se me deixei notar pelo assassino. Só sei que em um novo clarão vindo do firmamento, observei que o tal homem me encarava com fúria nos olhos. Olhos injetados de sangue, que continham uma estranha luminosidade vermelha, fazendo com que eu despertasse daquele pequeno transe em que me encontrava. Pus-me a andar rápido. Depois desatei em desabalada carreira, desejando me refugiar em meu domicílio o quanto antes. Abri a porta, sem antes deixar as chaves caírem no chão, devido ao meu desespero em me proteger. Sequer acendi as luzes, e me preocupei apenas em confirmar se todas as janelas e portas estavam devidamente trancadas. Sentei na poltrona na sala esperando ter a certeza de não ter sido seguido. Foi então que comecei a ouvir os primeiros ruídos no telhado. Certamente, havia algo andando sobre as telhas que estalavam.

Pensei em cenas de filme de terror, sempre imaginei que estes seres não existiam em meio a nossas vidas, o telefone tocou pulei de susto da minha poltrona, peguei em mãos, ainda com receio de ouvir alguma coisa da outra linha, ou de quem seria, até que ao puxar do gancho, ouvi uma única voz do outro lado, que me tranqüilizou por algum momento.

– Senhor Freederick, percebi que adentrou em seu quarto, não pude lhe avisar que estamos com técnicos trabalhando sobre o telhado do hotel, peço desculpas pelo transtorno

Acho que todo meu desespero era enfim fruto de minha imaginação, mas não deveria ficar com receios, eu tinha coisas a fazer ainda naquela noite, eu teria que me vingar, fazer com as esposas daqueles homens o que eles fizeram com minha mãe.... Talves deixaria para o dia seguinte, mais uma vez....


1949

Freedy sempre fora um homem normal, até que sua mãe morreu, criou perversão por crianças, seguido sempre por seu instinto assassino, Freedy, é procurado em dois estados sendo considerado alguém extremamente perigoso. Cinco anos após uma longa risca de assassinatos o FBI o prende, levando para julgamento, aonde o mesmo se safou por alegar insanidade.

No manicômio, viveu cerca de 5 anos,até que seu mentor, Cezar, resolveu abraçar o mesmo dando assim a não vida a um dos maiores serial killers, pena que Cezar não sabia que estava fazendo.

Após ensinar toda aquela coisa de não vida e blah blah a freedy, o mesmo quis ver se tudo aquilo era realmente fato.


1950
"Tudo o que eu lhe disse é mentira, inclusive isto."

Estas foram as últimas palavras de Cezar, cuspidas de sua boca enquanto eu golpeava suas costelas com o pedaço de uma cadeira quebrada. Esta deve ter sido a única verdade que eu ouvira dele. Afinal de contas, ele me disse que uma estaca no coração imobilizaria qualquer vampiro, e no entanto, lá estava ele, ainda se mexendo mesmo depois de eu afundar um tronco de cerejeira de mais de meio metro através do seu peito. Eu acho que ele não deveria ser capaz de fazer aquilo. Eu não entendo. Não entendo nada. Só sei que acabo de fazer uma coisa que provavelmente não deveria ter feito.

Vagando suavemente através da janela entreaberta, os últimos vestígios das cinzas de Cezar flutuam pela noite. Do lugar no chão onde eu estou sentado, posso ver a lua se erguendo acima da linha do horizonte. Ë uma lua crescente com as pontas voltadas para cima, uma silhueta gorda e um brilho alaranjado sangrento através da fumaça. Minha mãe, rosa, diria que uma lua como essa é um símbolo do poder feminino e que a cor representa a magia inerente da menstruação, e assim por diante. Eu olho para a lua e imagino quão completamente imundo o ar precisa estar para que ela apresente este tom de vermelho. Eu me sinto até vagamente agradecido por não ter mais que respirar este veneno.

A brisa flutua pelo aposento, trazendo com ela o redor das ruas lá embaixo. Junto com ele, eu ainda posso sentir o cheiro de papel queimado no qual Cezar se transformou quando acabei com ele. Eu acho que esse cheiro jamais deixará este lugar. Se eu permanecer aqui, mais cedo ou mais tarde ele vai me deixar louco, sendo já um. Mesmo estando morto, mesmo que eu tenha bebido até a última gota de seu sangue, de alguma forma ele ainda não se foi. Neste exato momento, ele ecoa em minha cabeça e se eu permanecer aqui, este eco vai se tornar mais e mais alto.

Certo, eu preciso ir embora, preciso me distanciar deste lugar onde matei Cezar. Eu nem ao menos tenho certeza de por que eu o fiz, sabe que ele deve ter feito alguma coisa para merecê-lo. Eu poderia mentir e dizer que ele mereceu isso por ter me transformado em um vampiro, mas isso seria um desrespeito às memórias que eu possuo dele. Quanto mais eu penso sobre isso, maior é a minha certeza de que algo me disse para encontrá-lo; eu tenho certeza de que esse mesmo algo disse a ele para me Abraçar ao invés de me matar.

Talvez tenha sido este mesmo algo que me disse que eu precisava afundar aquele poste nas costelas dele e então tomar todo o seu sangue até secá-lo. Eu poderia quase jurar que escutei alguém aqui enquanto realizava a façanha, dizendo-. me o que fazer mas não o porquê. Esta não é uma desculpa tão ruim para um assassinato, é?

De qualquer modo, vamos encarar os fatos: mesmo pegando-o de surpresa, eu nunca deveria ter sido capaz de incomodar Cezar, quanto mais matá-lo. Durante essas três semanas, desde que ele me Abraçou, eu o vi correr mais rápido do que carros de polícia e levantar seu piano com apenas uma das mãos. Eu, por outro lado, posso fazer minhas bochechas ficarem rosadas — e apenas se eu me esforçar muito. Ele deveria ser capaz de me impedir sem nem pensar nisso. Por que não o fez?

Será que alguém impediu que ele se defendesse? Ou ele estava procurando por alguém que o matasse? Infelizmente, ele não pode mais me responder.

Deixe este lugar. Agora. O dinheiro está na gaveta do meio da escrivaninha — você vai ter que destroçar a madeira para alcançá-lo.

Não há mais ninguém aqui. Ninguém me viu assassinar Cezar, a não ser os outros loucos dos quais já estão todos no chão, com suas veias secas, ninguém entrou aqui desde então.

Os vizinhos nunca nos incomodaram, então não podem ser eles, também que espécie de vizinho iria incomodar um manicômio?

Eu disse vá agora.

Obviamente, que possivelmente a policia deveria estar de meu nome. Mas cuidei disso e queimei toda aquela casa. Se me prenderem mais uma vez, o Maximo que posso dizer que fora solto por Cezar, e como em um pais livre chamado estado unidos, ninguém é julgado pelo mesmo crime duas vezes.

2009


Livre! Enfim... estou na cidade que nunca dorme, New York, the bronx, existe local melhor a se esconder, do que a pior favela dos estados unidos?

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MensagemAssunto: Re: Freedy - Malkavian   Dom Abr 25, 2010 2:29 am

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Auspicios____ ○○○○○
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MensagemAssunto: Re: Freedy - Malkavian   Qui Abr 29, 2010 11:14 am

Sobre a ficha por favor veja PM que te mandei.
Grata.

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MensagemAssunto: Re: Freedy - Malkavian   Qui Abr 29, 2010 1:13 pm

Vc diz q eu nao solicitei a vaga sendo q voce colocou a vaga em aberto em um topico aleatorio que vi...

Otimo, bom saber....

Faz um favor mande pro inferno lixeira minha ficha
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MensagemAssunto: Re: Freedy - Malkavian   Dom Maio 16, 2010 10:09 pm

Freedy, gostei de sua ficha, e você fez um prelúdio realmente macabro, achei legal, e realmente segue um verdadeiro horror pessoal.
Espero que ainda queria jogar, caso não, eu o compreendo, mas é um disperdício pela ótima ficha que montou. Espero que entenda a crônica de Ny esta com todos os personagens, ao menos por enquanto.
Abraços.
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MensagemAssunto: Re: Freedy - Malkavian   Dom Maio 16, 2010 10:46 pm

Muito bem... primeramente deixei bem claro que eu não iria aceitar vagas por enquanto, segundo todos os jogadores nesse fórum solicitam aos narradores antes de postar a ficha se podem criar um personagem ou não para a crônica.

Me desculpe, sinceramente achei muita imprudência da sua parte ter colocado a sua ficha no espaço de NY sem nada a dizer ou me consultar antes. Este fórum tem regras, antes de tudo dúvidas ou críticas ao fórum devem ser reportadas a nós responsáveis pelo B.A.

Mais uma vez peço desculpas se de alguma forma fui rude na PM.

Att.

Angelique Spencer

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